VIOLÊNCIA

Lázaro pretendia fazer ritual macabro com família mantida refém, diz secretário

Suspeito pretendia levar as vítimas para beira do rio, obrigá-las a tirar a roupa e matar a todos. Informações foram divulgadas em coletiva de imprensa nesta terça-feira

Darcianne Diogo
postado em 15/06/2021 20:43 / atualizado em 15/06/2021 21:19
 (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
(crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

O suspeito de assassinar uma família em Ceilândia Norte e aterrorizar moradores do DF e de Goiás, Lázaro Barbosa Sousa, 33 anos, pretendia fazer um ritual macabro com a família que ele manteve refém na tarde desta terça-feira (15/6), informou o secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás (SSP-GO), Rodney Rocha Miranda. Lázaro segue foragido.

Lázaro invadiu a chácara durante a tarde, em Edilândia (GO), e manteve pai, mãe e filha reféns. A adolescente enviou uma mensagem a um policial pedindo socorro ao ouvir um barulho estranho na casa. "Socorro, o assassino Lázaro está aqui em casa", escreveu.

O Correio apurou que os policiais estiveram na mesma fazenda, Grota da Água do Valdo Silva, na segunda-feira (14/6), onde montaram o cerco. O policial que participou da operação deixou o número de celular com a família e, nessa tarde, recebeu uma mensagem: "Socorro. O assassino Lázaro está aqui em casa. Fazenda Grota da Água do Valdo Silva", dizia o texto.

Segundo informou o secretário da SSP-GO, Lázaro pretendia fazer um ritual maligno com as vítimas. "Como de costume, ele ia levar a família para a beira do rio, obrigar a tirar a roupa e matar a todos", disse. Quando os dois policiais chegaram e viram a situação, houve troca de tiros. Lázaro baleou um policial militar de Goiás no rosto, de raspão. Ele foi transferido ao Hospital de Anápolis pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros.

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