Crime

Mais de R$ 150 mil e armas de fogo foram apreendidas nesta quinta-feira

PCDF deflagrou 30 mandados de busca e apreensão para combater um grupo criminoso que praticava estelionatos e lavagem de dinheiro no DF. Desde o início das investigações, oito pessoas foram presas

Correio Braziliense
postado em 14/10/2021 11:30 / atualizado em 14/10/2021 15:07
Quatro armas de fogo foram apreendidas durante a operação -  (crédito: Divulgação/PCDF)
Quatro armas de fogo foram apreendidas durante a operação - (crédito: Divulgação/PCDF)

Nesta quinta-feira (14/10), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apreendeu R$ 156 mil em espécie, 15 veículos de luxo e quatro armas de fogo ao cumprir 30 mandados de busca e apreensão feitos em várias regiões administrativas da capital, em especial, na Ceilândia, Vicente Pires e Gama. Os itens pertenciam a um grupo de criminosos que praticava estelionatos em todo o DF.

Por meio da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), as investigações da Operação Córtex tiveram início em maio deste ano para combater uma organização criminosa envolvida em delitos como estelionatos, falsificação de documentos e lavagem de dinheiro. Desde então, foram presas oito pessoas que integravam o grupo. Além dos itens, também foram apreendidos cartões de crédito clonados, cheques falsificados, documentos diversos, aparelhos eletrônicos, bens de luxo e um Jet Ski.

Segundo a polícia, o principal golpe dos criminosos consistia em abrir empresas fantasmas para simular um faturamento e, posteriormente, fazer empréstimos de alto valor em bancos. As empresas criadas eram abertas em nome de pessoas inexistentes e a documentação era fraudada por contadores que integravam o esquema de forma a parecer legítima.

Além desses delitos, os golpistas também fraudaram o auxílio emergencial usando documentos falsos. A polícia apurou que, no ano passado, alguns integrantes desse grupo movimentaram mais de R$ 20 milhões. Os criminosos foram indiciados por organização criminosa armada, lavagem de dinheiro, estelionato e falsificação de documento público. As penas somadas para estes crimes ultrapassam 30 anos de prisão. As investigações seguem e ainda há buscas sendo feitas, com isso os números poderão ser atualizados.

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