
Na tarde deste domingo (8/2), familiares e amigos se reúnem para despedida de Rodrigo Castanheira, assassinado por Pedro Turra após ser espancado na saída de uma festa. A cerimônia ocorre na Igreja Batista Capital, no Lago Sul, e é restrita a pessoas mais próximas à família. Nesse momento, o movimento de carros é intenso na portaria do espaço.
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O caso
Rodrigo Castanheira morreu após permanecer 16 dias internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Brasília. O adolescente foi agredido pelo ex-piloto Pedro Turra, de 19 anos, na madrugada de 23 de janeiro, em Vicente Pires. Imagens registradas por testemunhas mostraram a violência dos ataques, que resultaram em um traumatismo craniano severo. O caso, que inicialmente era investigado como lesão corporal gravíssima, deve ter a tipificação revista pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
O agressor chegou a ser preso em flagrante no dia do crime, mas foi liberado após o pagamento de fiança. Diante da repercussão e da gravidade dos fatos, a Justiça decretou sua prisão preventiva, e ele segue detido em uma cela individual no Complexo Penitenciário da Papuda.
A investigação agora apura a participação de um segundo jovem, que teria incentivado o ataque por motivos de ciúmes, configurando uma possível emboscada planejada contra o adolescente.
