Durante uma visita aos túmulos de entes queridos no cemitério Campo da Esperança da Asa Sul, o candidato ao Palácio do Buriti Elisson Ferreira (Agir) avaliou a estrutura do local e defendeu, nesta segunda-feira (24/8), que novos estudos sejam realizados para aumentar a capacidade dos espaços para os próximos 20 anos.
O candidato disse que pretende realizar estudos técnicos e ambientais para determinar o melhor local para inaugurar o sétimo cemitério do DF. “O Cemitério de Taguatinga chegou a uma situação bastante crítica. Existem obras para ampliar a capacidade e isso é necessário, mas existe um limite físico para aquilo que conseguiremos fazer dentro da área atual”, afirmou.
Ainda segundo Elisson, o cemitério de Taguatinga teve, inclusive, uma redução da vida útil do espaço. “Estamos falando de uma região que atende a uma parcela enorme da população do Distrito Federal. Não podemos esperar faltar espaço para começar a discutir o problema. Precisamos pensar no que Brasília vai precisar daqui a 10, 20 e 30 anos”, defendeu.
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Além da ampliação, a proposta de Elisson Ferreira prevê um planejamento da capacidade cemiterial das seis unidades do DF, considerando o envelhecimento da população e a demanda futura por sepultamentos. “Percebemos que cuidar de um cemitério é cuidar da memória das famílias de Brasília. É justamente em um dos momentos mais difíceis da vida que o cidadão precisa encontrar dignidade, acolhimento e organização”, disse.
Entre as melhorias propostas estão a acessibilidade, iluminação, segurança, limpeza, drenagem, identificação dos jazigos e digitalização das informações, além de ampliar outras alternativas de sepultamento como ossuários, columbários, cremação e opções verticalizadas.
O candidato propôs mais valorização para os comerciantes em volta dos cemitérios, defendendo um diálogo aberto com os trabalhadores e órgãos responsáveis para buscar organização e regularização. “Vamos buscar organizar, fomentar e, onde for possível legalmente, regularizar essa atividade, dando condições dignas para quem trabalha, mantendo o espaço público organizado”, pontuou.
