
O Distrito Federal registrou 23 casos confirmados de mpox. O balanço epidemiológico indica um aumento recente nas confirmações, com oito notificações registradas apenas no mês de outubro. O primeiro caso na capital ocorreu em janeiro deste ano e foi divulgado no mês seguinte. A aceleração na curva de contágio reforça a urgência do monitoramento epidemiológico e da testagem laboratorial para identificar precocemente a circulação do vírus e conter a disseminação na capital federal.
Até o momento, não há definição conclusiva sobre a cepa predominante entre os diagnósticos mais recentes no DF. O Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (LACEN-DF) realiza análises complementares em amostras para determinar o perfil genômico e o tipo viral que circula na região.
Fique por dentro das notícias que importam para você!
Diante do cenário, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) reforça a importância de a população adotar medidas preventivas, reconhecer os sinais iniciais da infecção e procurar atendimento médico imediato ao notar qualquer anormalidade.
Sintomas e sinais de alerta
O principal sinal de alerta é o aparecimento súbito de lesões em mucosas ou erupções cutâneas agudas, que podem se manifestar na forma de bolhas e pústulas em qualquer parte do corpo. Ao identificar essas marcas ou sintomas associados, a orientação é procurar a unidade de saúde mais próxima para avaliação clínica.
Medidas de prevenção e higiene
A transmissão ocorre prioritariamente pelo contato físico direto. Para se proteger, a recomendação é evitar contato próximo ou íntimo com pessoas que apresentem lesões de pele ou mucosas suspeitas. A higienização frequente das mãos — com água e sabão ou álcool em gel — permanece fundamental. Além disso, a população deve evitar o compartilhamento de objetos de uso pessoal, incluindo toalhas, roupas de cama e vestuário.
Isolamento e controle
Pacientes com suspeita ou confirmação de mpox devem cumprir isolamento imediato, evitando o contato com outras pessoas e seguindo rigorosamente as recomendações das equipes de saúde para interromper a cadeia de transmissão durante o período indicado.
A SES-DF informou que atua em conjunto com as Regiões de Saúde do DF para qualificar o banco de dados e consolidar as informações epidemiológicas, garantindo a atualização constante do cenário da doença na capital.