
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou o primeiro caso de mpox registrado em 2026 na capital federal. Segundo a pasta, o diagnóstico ocorreu em janeiro, e o paciente apresentou quadro leve.
Em nota, a secretaria informou: “No caso em questão, após avaliação médica, não foi identificada a necessidade de internação. Na época, o paciente recebeu todas as orientações para evitar a transmissão do vírus e controlar os sintomas”.
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De acordo com o órgão, o monitoramento na capital é permanente e realizado por meio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do DF (Cievs-DF), que mantém plantão 24 horas. A notificação de casos é obrigatória e deve ser feita em até 24 horas após a confirmação, tanto na rede pública quanto na privada. A pasta ressaltou que, até o momento, não há outros casos em investigação no DF.
A doença é causada pelo vírus MPXV, da família Orthopoxvirus, e a transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, objetos contaminados ou contato próximo e prolongado com pessoa infectada. O mpox ganhou maior atenção internacional a partir de 2022, quando houve aumento de registros em diversos países.
“A melhor forma de prevenir a mpox é evitar o contato com pessoas infectadas ou objetos contaminados. Caso o trato seja necessário, é altamente recomendável o uso de equipamentos de proteção como luvas, máscaras, avental e óculos de proteção. A higiene pessoal, especialmente lavar as mãos com frequência, também é fundamental. Indivíduos com suspeita ou confirmação de mpox devem cumprir o isolamento e não compartilhar itens de uso pessoal. Se houver sintomas da doença, orienta-se buscar uma Unidade Básica de Saúde (UBS)”, destacou a SES-DF.
Em âmbito nacional, de acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registrou, em 2026, 81 casos confirmados de mpox, com predominância de quadros leves ou moderados, sem registro de óbitos. Foram 57 em São Paulo, 13 no Rio de Janeiro, 4 em Rondônia, 3 em Minas Gerais, 2 no Rio Grande do Sul, 1 no Distrito Federal e 1 no Paraná. O Ministério da Saúde informou que segue monitorando os casos e trabalha em conjunto com a vigilância epidemiológica dos estados.

Cidades DF
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