Pandemia

Bruninho, do vôlei, sobre paqueras nas Olimpíadas: 'De máscara fica difícil'

O jogador de vôlei da seleção masculina falou sobre como está sendo na prática, além de revelar com quem seria tiete caso esbarrasse na Vila Olímpica

Que as paqueras nos jogos Olímpicos de Tóquio estão acontecendo não é novidade para ninguém, mas Bruninho, jogador de vôlei da seleção masculina, revelou como está sendo tudo isso na prática. Em bate papo com Fernanda Paes Leme, o atleta falou sobre a dificuldade em razão da pandemia da covid-19.

"Com certeza rola, né? É claro que esse ano, essa Olimpíada, é sem dúvida muito diferente. Primeiro por causa da covid. Então, as pessoas estão evitando mesmo ter contato com atletas dos outros países. Mas, nas outras que eu fui existia, sim, essa paquera, essa troca de olhares. Este ano ainda tem o problema da máscara e fica até mais difícil", revelou.

Fernanda questionou ainda com quem Bruninho seria tiete caso esbarrasse na Vila Olímpica: "Eu acredito que Novak Djokovic, o tenista, um cara que eu tenho muita admiração, número um. Incrível, muitos títulos. Simone Biles, da ginástica, que em 2016 foi a atração das Olimpíadas do Rio. E a Marta. Acho que tenho alguma foto com ela das antigas, mas ela é uma pessoa que representa muito o nosso país, o futebol mundial e acho que é sem dúvida motivo de muito orgulho", completou.

Bruninho falou ainda sobre os rituais que tem antes dos jogos. "Ainda no quarto, antes de sair, gosto de meditar, positivar minha cabeça, focar melhor no jogo, me ajuda bastante. Chegando no ginásio, gosto de escutar músicas que me colocam pra cima, faço minha reza e entro com o pé direito", finalizou.

Saiba Mais