
A atriz Franciely Freduzeski, que pôde ser vista recentemente na reprise da novela América, interpretando Conchita, retoma sua carreira após um período afastada devido às dores crônicas causadas pela fibromialgia, síndrome diagnosticada em 2022. Desde então, a artista tem se destacado na luta pelos direitos das pessoas com a condição, o que lhe rendeu a medalha Chiquinha Gonzaga, concedida a mulheres que se destacam em causas democráticas, humanitárias, artísticas e culturais.
Formada em psicologia, Franciely conta que a escolha do curso foi influenciada por sua própria experiência com a doença. "Sempre sonhei em ter um diploma. Procurei um curso que se encaixasse em mim. Adoro estudar comportamentos e observar o ser humano também pelo meu lado artístico. Minha doença foi decisiva nessa escolha. Antes do diagnóstico, alguns médicos diziam que meu problema era psicológico, pois nada aparecia nos exames. Cheguei a achar que o erro estava em mim, que eu não sabia me expressar. Por isso, escolhi psicologia — para entender os mecanismos neurossensoriais e como a dor começa no cérebro", contou ela, que, em 2023, realizou estágio supervisionado como voluntária no Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Franciely é conhecida por seus trabalhos em novelas como O clone (2001), América (2005), Malhação (2008) e Orgulho e paixão (2018), além de participações em Casos e acasos e no quadro Dá uma subidinha, do Zorra Total (2000-2001). Também marcou presença na série Donas de casa desesperadas (Rede TV!, 2007), no reality show A fazenda (Record, 2009) e nas novelas Bela, a feia (2009) e Máscaras (2012), também da Record.
Entre 2013 e 2016, morou em Los Angeles, onde estudou inglês, cinema e atuou em projetos publicitários. "Fui estudar em uma escola de cinema porque queria sair do método tradicional de aprender idiomas. Como sou apaixonada por cinema, me matriculei na New York Film Academy e fazia aulas de atuação com Robert F. Lyons e Bob Corff, meu professor de voz", relatou.
No teatro, Franciely participou de espetáculos como Boeing-Boeing (2002), As mentiras que os homens contam (2004), O último bolero (2006), Exilados (2012) e Mais de sessenta, tons de cinza (2017).
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