Música

Festival reúne Maglore e Jovem Dionísio no palco da Infinu

A casa de show agita o fim de semana brasiliense com Maglore e Jovem Dionísio

Neste final de semana, o palco da Infinu recebe os principais nomes do indie rock brasileiro com o Festival Casarão, que saí das grandes capitais e passa pelo centro e norte do país. Maglore e Jovem Dionísio têm encontro marcado com o público brasiliense no sábado (21/6) e no domingo (22/6), respectivamente, às 20h. Os ingressos estão disponíveis no site da Shotgun, a partir de R$ 70. 

Belni, Ber Hey, Fufa, Karam e Mendão — integrantes do Jovem Dionísio — já são queridinhos da capital brasileira. "Se apresentar de novo para a galera de Brasília nem tem explicação, a galera é sempre muito massa sempre recebe a gente muito bem. Estamos muito felizes de voltar e já queremos ir de novo, mesmo antes de chegar", compartilha o tecladista Ber Hey. 

Os amigos curitibanos colecionam, desde 2019, sucessos — incluindo Pontos de exclamação, Acorda, Pedrinho e Tô bem — mais de um milhão de ouvintes mensais no Spotify e uma indicação ao Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa em Língua Portuguesa, com o disco Ontem eu tinha certeza (Hoje eu tenho mais). Sobre a trajetória, o baterista Mendão reflete: "Pensamos bastante, mas só quando passa o tempo que percebemos de fato o que está acontecendo e temos noção de tudo. Enquanto a gente está vivendo, seguimos no piloto automático assim, mas é sempre bom quando a gente para, conversa entre a gente e relembra assim de tudo que a gente conquistou". 

Maglore, de Teago Oliveira, Lelo Brandão, Felipe Dieder e Lucas Gonçalves, se consagra como um dos grupos pioneiros no gênero musical, na ativa desde 2009. Em um equilíbrio de sucessos e novidades, o show celebra os 15 anos de quarteto. "Vai ser muito massa!", afirma Dieder. O repertório conta com sucessos dos cinco álbuns lançados, incluindo Veroz, Vamos pra rua e Todas as bandeiras. 

O baterista comenta as dificuldades de se manter no cenário volátil da indústria musical e o que os motiva a continuar:  "De fato, não é tão simples como parece, mas a gente acredita muito no velho clichê da honestidade com o que fazemos. Maglore nunca foi uma banda de produzir um tipo de som porque agrada o mercado, adoramos explorar novas nuances a cada disco, que é condizente com a passagem do tempo, tanto da banda quanto do público que nos acompanha."

*Estagiária sob a supervisão de Severino Francisco

 


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