Carnaval

Festa da diversidade de estilos: Samba urgente e Cafuçu comandam a folia

Samba Urgente leva à rua o bloco Faz Amor Urgente e Bloco Cafuçu do Cerrado retorna após o hiato de um ano para celebrar 13 anos de história

A temporada de carnaval começa neste final de semana. Neste domingo, o grupo Samba Urgente promove o bloco Faz Amor Urgente, no Setor Bancário Sul, a partir das 14h.  O intuito do movimento é atrair foliões de diferentes regiões administrativas do Distrito Federal para o centro da cidade.

Ao Correio, Victor Angeleas, bandolinista do grupo Samba Urgente, destaca que o bloquinho é uma festa de amor, alegria e celebração. “Além de um repertório carnavalesco, com muito samba, frevo, choro e muitas outras manifestações da maior festa do nosso país. Ao lado repertório do Samba Urgente, teremos samba da passarinha, macetada e DJ Léo Cabral”.

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Para Victor, o carnaval é cultura, encontro e felicidade. “Uma das festas mais importantes da cultura brasileira. E o carnaval de Brasília vem se fortalecendo a cada dia mais, com uma manifestação que abraça diferentes ritmos, como um caldeirão que recebe a cultura de vários locais, criando sua própria identidade”. Expõe o bandolinista, e completa que essa cultura faz bem para a alma e também para a economia criativa e para a economia de um modo geral. 

Victor completa que os foliões podem esperar muita alegria, descontração e amor. “O bloco Faz amor urgente celebra o amor de todas as formas, celebra a união, a parceria, a arte, a música e o carnaval do Brasil.  Para quem gosta de variados estilos da música brasileira, o bloquinho Faz amor Urgente é um deleite”.

Serviço

Bloco Faz Amor Urgente

Neste domingo (3), a partir das 14h no trecho 2 do Setor Bancário Sul. Entrada gratuita, mediante retirada no Sympla. Classificação indicativa livre.

*Estagiário sob a supervisão de Severino Francisco

 

Cafuçu retorna às ruas

 O Bloco Cafuçu do Cerrado retorna após o hiato de um ano para celebrar 13 anos de história. O desfile será neste domingo (8/2), das 15h às 22h, no Eixo Cultural Ibero-Americano, com entrada livre. O Cafuçu começou como uma brincadeira, com música na rua e uma estética que brinca com o extravagante. No bloco, a fantasia se torna mais do que uma roupa: inspirada na identidade do Nordeste, ela significa liberdade, de acordo com Lucas Formiga, um dos integrantes da Orquestra Cafuçu. “A pessoa vem para ser outra, ou para ser ela mesma sem filtro”, destaca. Depois de 13 anos, o bloco continua uma brincadeira, porém com mais responsabilidade e um legado maior dentro da história do carnaval de Brasília. “O carnaval de rua daqui tem identidade, tem força, tem público e merece ser tratado como cultura de verdade”, expõe Lucas. O hiato serviu para que os integrantes da orquestra se organizassem e pudessem voltar com mais consistência, sem perder a identidade do bloco. 

  A programação traz DJs, percussão no chão com a Orquestra Cafuçu e a atração nacional Academia da Berlinda, uma das bandas mais aclamadas de Olinda e do Brasil. Para quem vai curtir o Cafuçu pela primeira vez, Lucas recomenda ir com uma fantasia que faça a pessoa se sentir feliz e respeitar a mistura de gente, de ritmos e de identidades. “Você chega e já sente: ‘tô em casa’”, reforça o integrante da orquestra.

 

Serviço 

Bloco Cafuçu do Cerrado 

Neste domingo (8/2), 15h às 22h, no Eixo Cultural Ibero-Americano. Entrada franca.

*Sob supervisão de Nahima Maciel

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