CONJUNTURA

CNI: confiança do empresário industrial cresce em 22 de 30 setores

Setores mais otimistas foram de biocombustíveis, couro e artefatos de couro, e equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos

Jailson R. Sena*
postado em 25/11/2020 10:47 / atualizado em 25/11/2020 10:49
 (crédito: CNI/José Paulo Lacerda)
(crédito: CNI/José Paulo Lacerda)

De acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) de novembro, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (25/11), o otimismo cresceu em 22 de 30 setores industriais em novembro.

As maiores altas ocorreram no setor de biocombustíveis, que subiu 10,1 pontos frente a outubro; couro e artefatos de couro, com elevação de 8,3 pontos no mesmo período; e equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, com aumento de 4,4 pontos. A confiança também está mais elevada nos setores de produtos de borracha, produtos de madeira, metalurgia e máquinas e equipamentos.

Algumas áreas, contudo, estão menos otimistas. As maiores quedas nos índices ocorreram no setor de móveis, com retração de 5,3 pontos; e em farmoquímicos e farmacêuticos, que diminuiu 4,4 pontos.

Infraestrutura

O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica que o menor dos índices setoriais está em 54 pontos, no setor de obras de infraestrutura. Mesmo assim, o indicador está acima da linha dos 50 pontos, sinalizando confiança.

Azevedo reforça que vários setores estão com índices acima de 60 pontos, sinalizando forte otimismo. “Empresários confiantes tendem a aumentar a produção, as contratações e os investimentos”, destaca.

O ICEI ouviu 2.307 empresas entre 3 e 12 de novembro. Dessas, 885 são pequenas; 839, médias; e 583, grandes.

 

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