JUROS

Alckmin reforça queda na Selic e diz que não há razão para atual patamar

Vice-presidente participou da Festa da Uva, em Caxias do Sul (RS). A defesa da queda na taxa básica de juros ocorreu após o Banco Central divulgar um recuo de 0,2% no IBC-Br de dezembro

Ao citar a possibilidade de o Copom cortar os juros na próxima reunião, Alckmin baseou-se no fato de a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária sinalizar um possível corte nos juros -  (crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
Ao citar a possibilidade de o Copom cortar os juros na próxima reunião, Alckmin baseou-se no fato de a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária sinalizar um possível corte nos juros - (crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

O presidente em exercício e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin (PSB), reforçou nesta quinta-feira (19/2) que há sinalizações para uma possível queda na taxa básica de juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), prevista para os dias 17 e 18 de março. Essa não foi a primeira vez que Alckmin defendeu a queda na Selic. 

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O CORREIO BRAZILIENSE NOGoogle Discover IconGoogle Discover SIGA O CB NOGoogle Discover IconGoogle Discover

"Não há razão mais para manter os juros nesse patamar. Então já há uma sinalização de que a próxima reunião do Copom deve ter queda na taxa de juros", afirmou Alckmin, durante sua participação na Festa da Uva, em Caxias do Sul (RS). A presença no evento ocorreu em substituição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está na Índia. 

Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais notícias do dia no seu celular

A afirmação de Alckmin está baseada em ata do último encontro do colegiado, em que há uma sinalização de um possível corte nos juros. Esse documento, no entanto, não deu pistas sobre quanto será o recuo. 

A fala dele ocorre horas após do Banco Central divulgar um recuo de 0,2% no IBC-Br, que mede a atividade econômica brasileira, referente ao mês de dezembro do ano passado.

Considerado como a “prévia do PIB”, a última apuração mensal do IBC-Br registrou um ganho de 3,1% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Essa queda no índice pode contribuir para apostas de recuo de 0,5 ponto percentual na Selic em março.

 

  • Google Discover Icon
postado em 19/02/2026 21:57
x