e-Sports

Em virada emocionante, Flamengo é campeão do e-Brasileirão Open 2022

Representado pelo jogador Alan Leal, Flamengo supera Ceará por 4 x 3 no placar agregado da final virtual disputada no sistema de ida e volta na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio

Paulo Martins*
postado em 21/09/2022 18:04
Alan Leal aplicou virada súbita em João Victor Lopes, do Ceará, para dar o título do e-Brasileirão 2022 ao Flamengo -  (crédito: Thaís Magalhães/CBF)
Alan Leal aplicou virada súbita em João Victor Lopes, do Ceará, para dar o título do e-Brasileirão 2022 ao Flamengo - (crédito: Thaís Magalhães/CBF)

Representado pelo jogador Alan Leal, o Flamengo se sagrou campeão do e-Brasileirão Open 2022, na tarde desta quarta-feira (21/9). A fase final da sétima edição do torneio ocorreu na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. A modalidade era aberta a qualquer competidor, sem restrição a jogadores profissionais. O campeão recebeu PIX de R$ 25 mil e o troféu. O vice recebeu R$ 5 mil.

A edição contou com inscritos de times licenciados pelo jogo PES —19 deles da Série A e outros 16 da Série B. Os concorrentes são eleitos em seletiva aberta ao público, disputam confrontos internos do clube até realizarem jogos de ida e volta contra o representante em 2021. Para equipes que não foram participaram na última edição, ficou garantida a vaga entre as equipes da Série B.

Depois disso, foram sorteados oito grupos com quatro equipes e mais um com três times, que disputaram o torneio no sistema de ida e volta, todos contra todos. Os líderes e os sete segundos colocados avançaram para as disputas das finais presenciais. A competição aconteceu na sede da CBF a partir das quartas de final.

Avaí, Bahia, Ceará, Coritiba, Flamengo, Fluminense, Guarani e São Paulo ficaram entre os oito. Nas semifinais, o rubro-negro Alan Leal enfrentou Gabriel Franja, representante do tricolor baiano. Em seguida, o alvinegro João Victor Lopes duelou no controle contra o avaiano Eduardo Freitas.

Na final eletrônica, Ceará e Flamengo disputaram um compacto de 10 minutos na ida e na volta. O primeiro jogo, no virtual Maracanã, foi marcado por cenários iguais para ambas partes, um de cada vez. João Victor mantinha a estratégia das semifinais, saindo sempre nos contra-ataques. A performance defensiva era implacável sem a bola. Assustado pelo ímpeto do Vozão, Alan recuou seu time, mas as ameaças seguiram. Com dois minutos de jogo, o Ceará teve pênalti cobrado por Ricardinho e defendido por Diego Alves.

Em seguida, em um escanteio a favor, conquistado com um contra-ataque, Gustavo Henrique cabeceou na primeira trave para abrir o placar para o Flamengo de Alan Leal, fechando o primeiro tempo com 1 x 0 a seu favor. Na segunda parte, um contragolpe mortal resultou de cara em um gol de Bruno Henrique para os 2 x 0. João Victor reagiu logo, conseguindo entrar na área adversária aos passes, fazendo Ricardinho chutar em Léo Pereira para um gol contra: 2 x 1.

Um pouco mais desorganizado pela pressão do resultado, o Ceará entregou mais a bola ao Flamengo, que até teve duas jogadas de risco. Isto até o empate com um golaço de Vina, com direito a dois toques de calcanhar para o empate de João Victor, dando números finais ao jogo: 2 x 2. A volta foi novamente em um Maracanã cheio de pixels nas arquibancadas, onde a emoção e o clímax mudaram de uma hora para outra.

João Victor tratou de jogar com pressão desde o princípio, com duas jogadas perigosas nos primeiros 10 minutos virtuais (aproximadamente um minuto real). O gol não tardou em sair, após cobrança de escanteio na primeira trave e cabeceio de Luiz Otávio para colocar os cearenses na frente. Daí em diante, a cadência e a falta de pressão deram mais fluidez ao jogo do Ceará, que seguiu em pressão insistente.

O 1 x 0 se mantinha para o segundo tempo, até que uma jogada ensaiada de Alan empatou novamente o jogo, em gol anotado por Bruno Henrique. Em seguida, um contra-ataque mortal resultou em um belo chute de chapa de Gabigol, virando o jogo para o Flamengo. Tudo isto faltando cerca de três minutos para o fim. As mudanças táticas foram claras: desenhava-se um abafa de João Victor e seu Ceará.

No final do jogo, Alan ainda conseguiu prender bem a bola na frente do campo para manter o 2 x 1 no placar e assim se sagrar campeão do e-Brasileiro Open. 

* Estagiário sob supervisão de Marcos Paulo Lima

Notícias pelo celular

Receba direto no celular as notícias mais recentes publicadas pelo Correio Braziliense. É de graça. Clique aqui e participe da comunidade do Correio, uma das inovações lançadas pelo WhatsApp.


Dê a sua opinião

O Correio tem um espaço na edição impressa para publicar a opinião dos leitores. As mensagens devem ter, no máximo, 10 linhas e incluir nome, endereço e telefone para o e-mail sredat.df@dabr.com.br.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação