Copa do Mundo

CBF supera pompa de 2014 para Carlo Ancelotti definir futuro de Neymar

Com megaevento no Museu do Amanhã e 700 jornalistas do Brasil e de 13 países, entidade banca maior convocação da história da Seleção com hit "Bate no Peito" e suspense no capítulo final sobre Neymar

O Museu do Amanhã, às margens da Baía do Guanabara -  (crédito: Mapa Arne Museler)
O Museu do Amanhã, às margens da Baía do Guanabara - (crédito: Mapa Arne Museler)

Rio de Janeiro — Seleção mais vitoriosa da Copa do Mundo: cinco títulos. Único técnico pentacampeão da Champions League e vencedor das cinco principais ligas nacionais do Velho Continente: Alemão, Espanhol, Francês, Inglês e Italiano. De repente, a sala de conferências da sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ficou pequena demais para tirar do papel um projeto: transformar a convocação desta segunda-feira, às 17h, no Museu do Amanhã, na Zona Portuária da Cidade Maravilhosa, na maior da história.

O plano da gestão de Samir Xaud é ambicioso: superar o evento de 2014. Há 12 anos, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero fecharam o Vivo Rio, a maior casa de eventos e shows do Rio de Janeiro, no Parque do Flamengo, para Luiz Felipe Scolari anunciar 23 para a segunda Copa do Mundo disputada no Brasil.

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Aquela convocação foi simbólica. Neymar estreou na Copa do Mundo. Carlo Ancelotti pode encerrar a relação do maior artilheiro da história da Seleção com o torneio. O craque não é chamado desde a passagem de Fernando Diniz pelo cargo. Dorival Júnior não conseguiu recrutá-lo por causa da recuperação da contusão sofrida contra o Uruguai, em Montevidéu, no início das Eliminatórias da América do Sul. Carletto teve oportunidades, mas não quis.

“O Museu do Amanhã, projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015, erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária do Rio de Janeiro, tendo ao fundo o cenário exuberante da baía de Guanabara, num local icônico da cidade. O evento será uma celebração do futebol brasileiro, unindo passado e presente da seleção mais vitoriosa nas Copas do Mundo”, justificou a CBF.

Como diria Galvão Buenos, foi se criando um clima e as respostas ao evento podem ser traduzidas em números. Há 700 profissionais de imprensa nacionais e estrangeiros credenciados para a convocação. Entre eles, enviados e correspondentes internacionais da Inglaterra, Escócia, Rússia, China, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, El Salvador, Argentina, Itália, Espanha, Chile, Bangladesh e Japão.



Há 24 anos, as canções “Sorte Grande”, e Ivete Sangalo; e Deixa a vida de me levar, do Zeca Pagodinho, foram os hits da conquista do pentacampeonato na Ásia e no Japão. Dessa vez, a entidade máxima do futebol brasileiro preferiu ser autoral. Encomendou a canção “Bate no peito”. A canção interpretada por Ludmilla, João Gomes, Zeca Pagodinho, Samuel Rosa e Veigh foi produzida por Papatinho. Segundo a CBF, a colaboração representa a diversidade cultural da música do país e conecta torcedores de todas as idades.

A música faz parte de uma ação social. Os royalties serão destinados ao Instituto Fome de Música, que converterá integralmente os recursos arrecadados em doações de alimentos. A distribuição será realizada em todo o Brasil por meio do programa Mesa Brasil Sesc. A Fifa autorizou cada seleção participante a escolher uma música oficial para a Copa. Bate no peito marcará a cadência no Píer Oscar Weinschenck, mais conhecido como Píer Mauá.

*O jornalista viajou a convite da CBF

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MP
postado em 18/05/2026 12:33 / atualizado em 18/05/2026 12:38
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