Nova Jersey — Quatro décadas depois, a história se repetiu. Bruno Guimarães desperdiçou o pênalti que poderia colocar o Brasil em vantagem diante da Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo, neste domingo (5/7), e encerrou um jejum de 40 anos sem erros da Seleção em cobranças durante o tempo regulamentar do Mundial. O último havia sido de Zico, contra a França, em 1986.
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Naquele 21 de junho, no Estádio Jalisco, em Guadalajara, Zico saiu do banco de reservas para cobrar um pênalti nas quartas de final, mas parou nas mãos de Joel Bats. A partida terminou empatada por 1 x 1 e a França avançou nos pênaltis por 4 x 3. Desde então, nenhum brasileiro havia desperdiçado uma cobrança durante o tempo regulamentar de uma Copa do Mundo.
Em condições normais, Neymar seria o cobrador da Seleção. Com o camisa 10 no banco de reservas, Raphinha aparecia como o candidato mais provável. Vinicius Junior também surgia como opção, sustentado pelo bom retrospecto no Real Madrid. A responsabilidade, porém, ficou com Bruno Guimarães. O volante, que tinha 100% de aproveitamento na carreira, parou no goleiro norueguês e perdeu a oportunidade de marcar o quarto gol em cobranças de pênalti como profissional.
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Bruno Guimarães tornou-se o quarto brasileiro a desperdiçar um pênalti durante uma partida de Copa do Mundo. O primeiro foi Waldemar de Brito, na derrota por 3 x 1 para a Espanha em 1934. Quatro anos depois, Patesko também perdeu uma cobrança, mas o Brasil derrotou a Suécia por 4 x 2 na disputa pelo terceiro lugar. O terceiro havia sido Zico, diante da França, em 1986. Agora, o volante da Seleção entrou para essa curta lista.
Quatro anos depois, Patesko perdeu, mas o Brasil venceu a Suécia por 4 x 2 na disputa pelo terceiro lugar. Brasil e Noruega se enfrentam no MetLife Stadium. O vencedor garante vaga nas quartas de final da Copa do Mundo, onde enfrentará Inglaterra ou México, em 11 de julho, em Miami.
