Universidades Federais aprovam resoluções para retorno de atividades remotas

54 universidades federais do Brasil retornaram às aulas on-line ou se preparam para o retorno, segundo balanço da Andifes. 15 instituições ainda permanecem sem atividade letiva

Vitória Silva*
postado em 20/08/2020 18:35 / atualizado em 20/08/2020 19:04
 (foto: Andifes/Reprodução)
(foto: Andifes/Reprodução)

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), nesta quinta-feira (20), reuniu em webconferência reitores de universidades federais para debater as resoluções de volta às aulas de forma remota. Segundo o balanço divulgado pela associação, 15 das 69 universidades federais brasileiras permanecem sem aulas.

Respeitando o desenrolar da pandemia em cada território, e considerando as condições de biossegurança, as universidades aprovaram resoluções com distintos modelos e calendários para atividades remotas na graduação.

De acordo com Edward Madureira, presidente da Andifes, as instituições federais já estão prontas para o retorno ou estão se preparando. “Muitas já voltaram, algumas estão com as datas marcadas, e outras estão discutindo as melhores formas de retorno remoto”, afirmou. Outras 54 instituições retomaram as atividades remotas ou estão com cronograma de retorno previsto para setembro.

Todos os modelos propostos pelas universidades têm como referências a preservação da saúde de alunos, docentes e técnicos, a mitigação de danos, a maior qualidade e inclusão possíveis. Haverá avaliações constantes de resultados e ajustes, quando necessário.

Até esta quinta, mais de 200 mil universitários permanecem sem aulas, é o que diz os dados publicados no portal do Ministério da Educação sobre as atividades das universidades e institutos federais na pandemia.

Confira aqui as resoluções de volta às aulas das universidades federais.

*Estagiária sob supervisão de Ana Sá

Tags

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação