Índia

Idosa de 90 anos sofre estupro coletivo na Índia

Quatro homens invadiram a casa da vítima durante a madrugada; polícia busca suspeitos

Uma mulher de 90 anos foi vítima de estupro coletivo no distrito de Khandwa, no estado de Madhya Pradesh, na Índia. O crime ocorreu na madrugada de quinta-feira (5/3) e provocou indignação na região, além de mobilizar uma força especial da polícia para identificar os responsáveis.

De acordo com as autoridades locais, a idosa estava sozinha em casa quando quatro homens com o rosto coberto invadiram a residência. Segundo relatos coletados pelos investigadores, os suspeitos imobilizaram a vítima e impediram que ela pedisse ajuda.

Após o ataque, os criminosos teriam retirado a mulher da casa e a levado para uma área próxima à propriedade. A suspeita é de que o grupo pretendia abandonar o corpo da vítima em uma vala nas proximidades. O plano, no entanto, foi interrompido quando barulhos de veículos na estrada próxima assustaram os homens, que fugiram do local.

Ferida e sem conseguir se locomover, a idosa permaneceu caída ao ar livre por várias horas. Ela foi encontrada somente na manhã do dia seguinte por moradores da região, que perceberam a situação e avisaram familiares da vítima.

A filha da mulher foi até a casa da mãe após ser alertada pelos vizinhos. Inicialmente, ela tentou prestar cuidados básicos à idosa, mas diante da gravidade das lesões decidiu levá-la para atendimento médico. A vítima foi encaminhada a um hospital local e posteriormente transferida para a unidade principal de saúde do distrito de Khandwa.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades médicas, o estado de saúde da mulher é considerado estável.

Durante a investigação, familiares relataram que a residência da idosa havia sido invadida alguns dias antes do crime. Na ocasião, nada foi levado do imóvel. A família acredita que os autores da invasão possam ser os mesmos envolvidos no ataque sexual.

A polícia instaurou uma investigação especial para localizar os suspeitos. As autoridades também anunciaram uma recompensa em dinheiro para quem fornecer informações que ajudem a identificar os responsáveis pelo crime. O caso segue em apuração.

*Estagiária sob supervisão de Paulo Leite

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