
A Polícia israelense prendeu um suspeito de atacar uma freira francesa na Cidade Velha de Jerusalém, área murada que abriga os principais monumentos da cidade. O episódio ocorreu no início da semana, quando um homem com trajes tradicionais judeus empurra a mulher, o que faz com que ela bata a cabeça contra o chão de pedras. Em seguida, ele dá pontapés na vítima, quando outras pessoas chegam para intervir.
Nas redes sociais, a polícia afirmou que o suspeito, um homem de 36 anos, foi preso por crime motivado por racismo. “A Polícia de Israel trata qualquer ataque a membros do clero e comunidades religiosas com o máximo de seriedade e aplica uma política de tolerância zero a todos os atos de violência”, diz o comunicado.
O Consulado da França em Jerusalém também repudiou a agressão e pediu que o autor do ataque seja levado a julgamento.
O ataque ocorre em meio à escalada da violência contra cristãos praticada por judeus. A Cidade Velha é uma zona de Jerusalém considerada sagrada para o cristianismo e o judaísmo, além de muçulmanos.
Em março, outra ocorrência causou revolta entre os cristãos. Na ocasião, a Polícia de Israel impediu que o cardeal Pierbattista Pizzaballa celebrasse a Missa de Ramos na Basílica do Santo Sepulcro. Por meio do Itamaraty, o governo brasileiro se manifestou sobre a ação policial, que classificou como "contrárias ao status quo histórico dos sítios sagrados cristãos e islâmicos de Jerusalém e ao princípio da liberdade de culto".
????? ?????? ????? ????? ??? ??? ???????? - ????? ???? ??? ????? ?? ????? (36) ????? ???? ???? ?????? ????? ????? >>> pic.twitter.com/agRpznR84X
— ????? ????? (@IL_police) April 30, 2026

Mundo
Mundo
Mundo
Mundo
Mundo
Mundo