
John Ternus tornou-se oficialmente o CEO da Apple em 1º de setembro de 2026, encerrando o período de 15 anos de Tim Cook no comando da empresa. Cook agora assume a função de presidente executivo do conselho, em uma mudança descrita pela Apple como resultado de um planejamento de sucessão de longo prazo aprovado por unanimidade.
Com 24 anos de casa, Ternus ocupava o cargo de vice-presidente sênior de engenharia de hardware. Ele é amplamente respeitado como engenheiro, e não como especialista em software ou inteligência artificial. Essa distinção é importante, pois a questão mais urgente que o aguarda é se a Apple conseguirá recuperar o atraso em IA.
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A empresa fechou um acordo no início do ano para pagar ao Google cerca de 1 bilhão de dólares anuais pelo licenciamento de uma versão personalizada do Gemini. A tecnologia será usada para reconstruir a assistente Siri, uma aposta que diverge da estratégia de concorrentes que investem mais de 100 bilhões de dólares em infraestrutura própria de IA.
O primeiro grande teste de Ternus acontecerá em cerca de uma semana. A expectativa é que a Apple revele a nova Siri junto com seu primeiro iPhone dobrável em 9 de setembro. Em sua última teleconferência de resultados, o próprio Tim Cook admitiu que a empresa ainda não possui um plano completo sobre os custos computacionais dessa iniciativa.
Caberá a Ternus descobrir, publicamente, se a estratégia de comprar IA de parceiros externos pode competir com empresas que desenvolvem tudo internamente. Um analista resumiu o desafio, destacando que um líder de hardware agora precisa provar que o futuro da Apple é um problema de integração de hardware e software, e não apenas de modelos de IA, no exato momento em que seus rivais apostam o contrário.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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