atos antidemocráticos

Bolsonaro condena atos de vandalismo e os compara com ações da esquerda

Ex-presidente afirmou que as invasões de prédios públicos ocorridas neste domingo (8/1) também foram "praticadas pela esquerda em 2013 e 2017"

Aline Brito
postado em 08/01/2023 21:56
 (crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
(crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para se pronunciar sobre os atos antidemocráticos em Brasília neste domingo (8/1). Na publicação, o ex-chefe do Executivo condenou o que apoiadores dele fizeram. "Manifestações pacíficas, na forma da lei, fazem parte da democracia. Contudo, depredações e invasões de prédios públicos como ocorridos no dia de hoje, fogem à regra", escreveu.

O ex-presidente ainda comparou as depredações e invasões praticadas pelos bolsonaristas com manifestações de esquerda em 2013 e 2017. Vale lembrar que, em 2017, as manifestações tenham sido pacíficas e que, em 2013, a esquerda estava no poder, com Dilma Rousseff (PT).

Bolsonaro ressaltou ainda que sempre obedeceu o que determina a Constituição Federal e, durante os quatro anos que esteve no poder, defendeu a democracia. “Ao longo do meu mandato, sempre estive dentro das quatro linhas da Constituição respeitando e defendendo as leis, a democracia, a transparência e a nossa sagrada liberdade, afirmou.

Por fim, Bolsonaro repudiou as falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deste domingo (8/1). “No mais, repudio as acusações, sem provas, a mim atribuídas por parte do atual chefe do executivo do Brasil”, concluiu.

Durante pronunciamento após a repercussão dos atos de vandalismo na área central de Brasília, Lula convocou uma coletiva de imprensa e assinou um decreto autorizando a Intervenção Federal no DF.

Na aparição, o atual presidente acusou Bolsonaro de incentivar os protestos antidemocráticos. “Este genocida não só provocou isso, não só estimulou isso, como, quem sabe, está estimulando ainda pelas redes sociais também", afirmou Lula, fazendo referência a Bolsonaro que está em Orlando, nos Estados Unidos.

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