"Relação promíscua"

PT na Câmara quer CPI sobre caso de joias ilegais para Michelle Bolsonaro

Segundo deputados petistas, há possibilidade das joias terem sido usadas como propina para venda de refinaria por menos da metade do preço

Raphael Felice
postado em 08/03/2023 15:52 / atualizado em 08/03/2023 15:53
Deputado Rogério Correia (PT-MG) é um dos autores do requerimento de CPI -  (crédito: Cleia Viana/Camara dos Deputados)
Deputado Rogério Correia (PT-MG) é um dos autores do requerimento de CPI - (crédito: Cleia Viana/Camara dos Deputados)

A bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou nesta quarta-feira (8/3) um pedido de abertura de comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a entrada das joias avaliadas em R$ 16,5 milhões, trazidas de maneira irregular por uma comitiva do governo Jair Bolsonaro. Além dos diamantes apreendidos pela Receita Federal em 26 de outubro de 2021, um outro pacote com joias chegou ao acervo pessoal do ex-presidente.

Segundo o deputado Rogério Correia (PT-MG), um dos autores do requerimento de CPI, além da análise criminal já investigada pela Polícia Federal, existem questões políticas a serem analisadas.

“Existem indícios suficientes para desconfiarmos de que o ex-presidente Bolsonaro chama de ‘presente’, seja na verdade propina numa relação internacional promíscua entre as nações que favoreceu a venda da refinaria Landulpho Alves por menos da metade do preço”, comentou.

Agora, a base petista e do governo busca assinaturas necessárias para protocolar o documento à mesa da Câmara e submeter a instalação à decisão do presidente Arthur Lira (PP-AL).

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