
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida atendeu a um pedido da Polícia Federal e está protegida por sigilo judicial.
A decisão foi proferida antes da quebra de sigilo aprovada nesta quinta-feira (26/2) pela CPMI do INSS. Segundo informações divulgadas, a autorização não se restringe à movimentação financeira e inclui dados fiscais e comunicações.
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O pedido da PF integra investigação que apura descontos indevidos aplicados a benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O nome de Lulinha foi citado em uma das fases da Operação Sem Desconto, que apura supostos desvios no âmbito do INSS.
No âmbito da CPMI, o requerimento para quebra de sigilos partiu do relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), e enfrentou resistência de parlamentares governistas. O colegiado sustenta que mensagens interceptadas pela PF indicariam pagamentos associados ao esquema investigado, o que motivou a ampliação das diligências.

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