DIPLOMACIA

Itamaraty se manifesta após Israel barrar cardeal em Basílica de Jerusalém

Governo brasileiro classificou o impedimento como de extrema gravidade e "contrárias ao status quo histórico dos sítios sagrados cristãos e islâmicos de Jerusalém e ao princípio da liberdade de culto"

Uma nota publicada pelo Itamaraty condenou a ação -  (crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Uma nota publicada pelo Itamaraty condenou a ação - (crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Após a polícia israelense impedir que um cardeal acessasse uma Basílica na manhã deste Domingo de Ramos (29/3) em Jerusalém, o governo do Brasil se manifestou sobre o caso. Uma nota publicada pelo Itamaraty condenou a ação.

O governo brasileiro classificou o impedimento como de extrema gravidade e "contrárias ao status quo histórico dos sítios sagrados cristãos e islâmicos de Jerusalém e ao princípio da liberdade de culto".

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"Essa ação ocorre na sequência da imposição, por autoridades israelenses, ao longo das últimas semanas, de restrições à entrada de fiéis cristãos no referido santuário, assim como de fiéis muçulmanos, durante o Ramadã, na Esplanada das Mesquitas ("Haram Al-Sharif"), também em Jerusalém Oriental", afirmou, por meio de nota publicada pelo Itamaraty.

O que ocorreu

Mais cedo, neste domingo (23), o cardeal Pierbattista Pizzaballa, patriarca latino de Jerusalém, e o monsenhor Francesco Ielpo, custódio da Terra Santa, foram impedidos de entrar no templo. Segundo o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, a ação ocorreu por questões de segurança.

*Com informações da Agência Estado

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postado em 29/03/2026 18:01
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