
Após a polícia israelense impedir que um cardeal acessasse uma Basílica na manhã deste Domingo de Ramos (29/3) em Jerusalém, o governo do Brasil se manifestou sobre o caso. Uma nota publicada pelo Itamaraty condenou a ação.
O governo brasileiro classificou o impedimento como de extrema gravidade e "contrárias ao status quo histórico dos sítios sagrados cristãos e islâmicos de Jerusalém e ao princípio da liberdade de culto".
"Essa ação ocorre na sequência da imposição, por autoridades israelenses, ao longo das últimas semanas, de restrições à entrada de fiéis cristãos no referido santuário, assim como de fiéis muçulmanos, durante o Ramadã, na Esplanada das Mesquitas ("Haram Al-Sharif"), também em Jerusalém Oriental", afirmou, por meio de nota publicada pelo Itamaraty.
O que ocorreu
Mais cedo, neste domingo (23), o cardeal Pierbattista Pizzaballa, patriarca latino de Jerusalém, e o monsenhor Francesco Ielpo, custódio da Terra Santa, foram impedidos de entrar no templo. Segundo o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, a ação ocorreu por questões de segurança.
*Com informações da Agência Estado

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