
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não se encontraram nesta terça-feira (22) nos bastidores da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. A informação é de fontes que acompanham o presidente brasileiro.
A possibilidade de um encontro era considerada porque Lula abriu a sessão de discursos, seguido por Trump. A dinâmica da cerimônia poderia levar os dois a se cruzarem nos corredores ou nas áreas reservadas aos chefes de Estado. A expectativa também era influenciada pelo encontro entre os dois na Assembleia Geral do ano passado. Na ocasião, o contato foi breve. Depois, Trump afirmou que havia tido uma “excelente química” com Lula.
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Não havia, porém, reunião bilateral marcada nem confirmação de uma articulação formal entre os governos brasileiro e americano para um encontro. Antes da Assembleia, já havia sido informado que não existiam tratativas oficiais para uma conversa entre os dois presidentes.
Lula também evitou um contato direto com o secretário de Estado americano, Marco Rubio. Segundo informações obtidas pelo Correio, Rubio tentou se aproximar do presidente brasileiro enquanto Lula deixava o local acompanhado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O secretário de Estado chegou a acelerar o passo para tentar abordar Lula, mas não conseguiu falar diretamente com o presidente. Em seguida, Rubio se dirigiu a Mauro Vieira.
Em seu discurso, Lula criticou o que classificou como interferência externa e defendeu a soberania brasileira e o sistema eleitoral. Trump discursou em seguida. Na véspera do discurso, o presidente já havia afirmado que Trump tem o direito de governar os EUA, mas não de impor sua vontade sobre outras nações
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