O senador e candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobrou o voto favorável da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia quando houver o julgamento no plenário da abertura de uma investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes. Flávio estava em live com apoiadores na manhã deste domingo (6/9).
"Quero muito ver como vai ser a votação da ministra Cármen Lúcia nesse julgamento agora na semana que vem. Como é que ela, sempre defensora da democracia, da liberdade, que sempre foi contra a impunidade, como é que ela vai se colocar agora. Se vai proteger o Brasil, a democracia e o próprio Supremo Tribunal Federal ou se vai proteger o Alexandre de Moraes porque é seu coleguinha ali de plenário e acha que ele também tem que estar acima dele. Então, Carmen Lúcia, o Brasil está aguardando para ver como vai ser o seu voto na semana que vem, se a senhora vai autorizar que o Alexandre de Moraes seja formalmente investigado ou se a senhora vai passar a mão na cabeça dele com tudo isso que já veio à tona. Vai ficar muito ruim pra sua história, pra sua biografia", disse.
Apesar de Flávio falar sobre um julgamento na semana que vem, ainda não há previsão de quando o STF deverá realizar esse julgamento no plenário da Suprema Corte. O Zero Um de Jair Bolsonaro também relembrou do voto da ministra no julgamento da trama golpista na Primeira Turma do STF e confessou ter lamentado o posicionamento da magistrada.
O candidato também convocou seus apoiadores e pediu engajamento nos atos contra o ministro Moraes durante o 7 de setembro, nesta segunda-feira. Segundo o senador, caso as ruas fiquem lotadas, o STF deve formar maioria pela investigação do magistrado.
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"É por isso que a gente tá nesse 7 de setembro, gente, porque do jeito que está, ninguém consegue governar esse país. Não existe ninguém que esteja acima da lei. O Alexandre Moraes tem que ser investigado. E aí te falo a importância do 7 de setembro, se as ruas estiverem cheias, lotadas em todo o Brasil, o julgamento no plenário na semana que vem no Supremo vai ser um. Se estiver vazio, vai ser outro. Porque se estiver cheio, tenho convicção que o Alexandre de Moraes, a maioria do Supremo, vai decidir que ele tem que ser investigado formalmente", argumenta.
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