educação

4 dicas para estudar para o vestibular com eficiência

Veja como ter uma rotina de estudos estratégica e equilibrada para alcançar o resultado esperado

Preparação adequada para o vestibular proporciona mais confiança e resistência para a maratona de provas (Imagem: Cast Of Thousands | Shutterstock)
 -  (crédito: EdiCase)
Preparação adequada para o vestibular proporciona mais confiança e resistência para a maratona de provas (Imagem: Cast Of Thousands | Shutterstock) - (crédito: EdiCase)

A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e para os principais vestibulares do Brasil requer prática e dedicação. Para isso, a realização de exercícios e simulados pode ajudar o estudante a se familiarizar com o modelo dos testes, elevando o nível de acertos nas respostas e as chances de conquistar a vaga almejada na graduação.

Além disso, a preparação adequada pode proporcionar mais confiança e resistência para a maratona de provas que o vestibulando terá ao longo do ano. Segundo Rodney Luzio, professor do Curso Anglo, adotar um plano de estudos eficaz é fundamental para a aprovação no vestibular. “É mais assertivo ter uma boa estratégia do que ter conhecimento de todos os assuntos”, afirma.

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Por isso, abaixo, o professor lista 4 dicas para estudar para o Enem e os vestibulares de maneira eficiente e equilibrada. Confira!

1. Tenha um cronograma

Segundo Rodney Luzio, estudar por blocos metodologia que envolve divisão de tempo de estudo por temas, intercalados com pequenos intervalos de descanso , e não por horas corridas, é mais eficiente. Dessa forma, o aluno contempla o equilíbrio intencional, prática de alinhar a iniciativa de estudar com os objetivos pessoais, promovendo maior senso de propósito e realização.

“O jovem pode estudar teoria diariamente, de segunda a sexta-feira, em blocos de 30 minutos a 60 minutos e, em seguida, resolver exercícios, com o mesmo tempo de dedicação. Já aos sábados, pode fazer uma breve revisão, a partir de uma lista dos erros cometidos. Aos domingos, uma recomendação é estudar por meio de simulados, que reúnem todos os conteúdos e as práticas desenvolvidas durante a semana”, sugere.

2. Faça mais exercícios do que leitura com teoria

Praticar exercícios constantemente gera automatização cognitiva, ou seja, com essa prática, o aluno passa a reconhecer padrões de erros, facilitando a identificação do que precisa de maior atenção. A estratégia também ajuda a economizar tempo em interpretação de texto, pois o jovem começa a entender o principal assunto da questão com agilidade.

Por fim, o vestibulando aprende quando “abandonar” uma questão e seguir para a próxima, considerando o tempo de resolução de cada pergunta. “Criar familiaridade com os conteúdos é como mandar uma mensagem para o cérebro dizendo ‘já vi isso antes’, fazendo as ligações necessárias e tornando, assim, o momento de avaliação mais natural, pois fará parte da rotina”, pontua Rodney Luzio.

Mão anotando algo com um lápis em um caderno. Notebook cinza do lado
Ao anotar todos os erros, o estudante consegue qualificar a falha, identificando se foi conceitual, de atenção ou de falta de estratégia (Imagem: mangpor2004 | Shutterstock)

3. Elabore um caderno de erros e revise com frequência

Segundo o professor, um dos principais passos da aprendizagem é anotar todos os erros. Dessa forma, o aluno consegue qualificar a falha, identificando se foi conceitual, de atenção ou de falta de estratégia. Assim, o estudo se torna direcionado, priorizando o tempo para o que precisa ser priorizado ao longo do ano. Revisar, classificar, refazer e anotar padrões, em sequência estratégica, auxilia nesse processo.

4. Faça simulados 

Na visão de Rodney Luzio, testar o que foi estudado por meio da realização de simulados representa treinamento para os exames. Essa ação sinaliza possíveis ajustes na estratégia de estudo e quando existe queda de desempenho. Por isso, uma recomendação do educador é que os simulados sejam realizados aos finais de semana, seguindo o cronograma de estudos.

“Essa estratégia ajuda a solidificar a resistência mental para as provas longas, na qual o aluno consegue gerir melhor o tempo e, acima de tudo, lapidar o controle emocional. Adotando esse método, o estudante não se abala facilmente diante de erros, além de conhecer os próprios limites psicológicos”, conclui.

Por Laura Ragazzi

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PE
postado em 06/04/2026 12:35
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