Celebridades e TV

Amy Madigan: saiba quem é a atriz de ‘A Hora do Mal’ que venceu Ariana Grande no Critics Choice


Amy Madigan conquistou o Critics Choice Awards 2026, no domingo 4/1, com “A Hora do Mal”, ao vencer na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel de tia Gladys. Esta, aliás, foi a primeira vez em que a atriz recebeu – e venceu – uma indicação na referida premiação.

Por Flipar
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Ela desbancou as atrizes Elle Fanning e Inga Ibsdotter Lilleaas, de 'Valor Sentimental', Ariana Grande, de 'Wicked: Parte 2' – gerando burburinho de fãs nas redes sociais – , Wunmi Mosaku, de 'Pecadores', e Teyana Taylor, de 'Uma Batalha Após a Outra'.

divulgação/ universal pictures

O papel em 'A Hora do Mal' (2025) também rendeu a Amy uma indicação ao Globo de Ouro 2026 na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. O prêmio no Critics Choice Awards 2026, aliás, conecta sua história atual às raízes de uma trajetória que começou em sua cidade natal.

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Nascida em 11 de setembro de 1950, em Chicago, no estado de Illinois, Amy é filha de Dolores Hanlon, atriz amadora de teatro comunitário, e do jornalista John J. Madigan. Assim, cresceu em ambiente culturalmente rico e passou a se interessar por música e teatro ainda no ensino médio.

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Antes de seguir carreira artística, contudo, ela se formou em Filosofia pela Marquette University, em 1972. Sua base intelectual reforçou consideravelmente a profundidade que levaria aos palcos e telas.

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Amy Madigan estudou música e chegou a cantar em bandas, o que a permitiu ganhar experiência musical que lhe deu ritmo e presença de palco. Logo, migrou para o teatro, onde desenvolveu sua técnica dramática. E, com isso, abriu caminho para o cinema.

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Sua estreia cinematográfica ocorreu nos anos 1980, período fértil para novos talentos. Ela chamou atenção pela naturalidade e força interpretativa. Esses primeiros papéis revelaram sua versatilidade e, assim, ela rapidamente se consolidou em Hollywood.

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Em 1984, brilhou em “Ruas de Fogo”, filme 'cult' que marcou sua carreira. O papel, um divisor de águas, mostrou sua capacidade de transitar entre ação e drama, além de ampliar sua visibilidade internacional.

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Em 1989, Amy participou de “Campo dos Sonhos”, ao lado de Kevin Costner. O filme se tornou clássico e sua atuação foi elogiada pela crítica, o que reforçou sua imagem de atriz sólida.

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No mesmo ano, venceu o Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante por sua atuação em 'Roe v. Wade'. Ela também recebeu indicações no Emmy Award, Independent Spirit Awards e Satellite Awards.

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Casada com o ator Ed Harris desde 1983, Amy Madigan construiu uma vida artística e pessoal intensa. Juntos, formam um dos casais mais sólidos de Hollywood. A parceria fortaleceu ambos em suas carreiras.

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Amy transitou entre cinema, teatro e televisão, o que ampliou seu repertório e público, encantado pela diversidade da atriz. Cada meio trouxe novos desafios e conquistas em uma carreira marcada pela pluralidade.

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Ao conquistar o Critics Choice Awards pela interpretação de tia Gladys em “A Hora do Mal”, longa do roteirista e diretor Zach Cregger, Amy revelou sua força dramática. A performance no filme de terror, aliás, foi considerada arrepiante e memorável.

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No palco, Amy agradeceu ao elenco e à equipe em um discurso que destacou a importância da colaboração. Reforçou sua paixão pela arte e emocionou público e crítica com uma vitória que mandou recado: veteranos ainda têm espaço em Hollywood. O prêmio traduz a valorização da experiência, além de inspirar novas gerações de artistas.

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Amy representa a força das atrizes que abriram caminho nos anos 1980. Sua trajetória mostra resistência em um mercado competitivo. Um legado que fortalece a presença feminina no cinema e, portanto, é símbolo de representatividade.

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Além de “A Hora do Mal”, Amy segue ativa em projetos variados. Cada novo papel reafirma sua vitalidade artística marcada por intensidade e autenticidade. Ao transmitir, ainda, emoção com naturalidade – característica que a diferencia de muitos colegas –, se mantém fortemente relevante na indústria cinematográfica.

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Além da carreira de atriz, Amy é produtora. Já na vida familiar exerce a função de mãe e esposa dedicada, o que complementa sua trajetória artística. Tal dimensão humana reforça sua imagem pública positiva, afinal, ela é extremamente admirada também fora das telas.

kathy hutchins/ hutchins photo

De Chicago ao Critics Choice 2026, Amy Madigan percorreu caminho brilhante. Sua vitória em “A Hora do Mal” conecta passado e presente. Assim, a atriz prova e comprova que talento não envelhece.

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