Animais

Influenciador passeia com cães de abrigo por Nova York e incentiva doações


Um criador de conteúdo de 37 anos encontrou uma maneira original de usar a influência digital para transformar a vida de cães resgatados.

Por Flipar
Reprodução/Instagram

A estratégia é tão simples quanto criativa: ele coloca os animais em uma mochila adaptada e percorre as áreas mais badaladas de Nova York com uma placa que diz “adote-me”.

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As caminhadas são registradas em vídeo e divulgadas nas redes sociais de Bryan Reisberg, onde rapidamente alcançam grande repercussão.

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Mais do que cenas carismáticas, a ação gera resultados concretos. Ao circular fora do ambiente dos abrigos, os cães chamam a atenção e interagem com pedestres.

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Alguns cachorros até revelam traços de personalidade que dificilmente seriam percebidos atrás das grades de um abrigo.

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Esse contato mais humano e espontâneo, segundo Bryan, aumenta significativamente as chances de adoção.

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Um exemplo é a cadela Bertha, que participou de um desses passeios e foi adotada poucos dias depois.

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A inspiração para o projeto surgiu de forma natural. Antes de envolver animais resgatados, Bryan já levava sua própria cadela, Maxine, para passear de metrô dentro de uma mochila.

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Na época, ela ficou conhecida na internet como “a cachorra da mochila”, o que fez Bryan largar o emprego em 2021 para se dedicar ao projeto.

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Os registros das reações curiosas e encantadas dos nova-iorquinos viralizaram, mostrando o impacto de apresentar um cachorro em contextos cotidianos e acessíveis.

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Foi ali que ele percebeu como aquele formato poderia ajudar outros animais a serem vistos além dos muros dos abrigos.

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Com mais de 75 milhões de visualizações acumuladas, Bryan também é o criador da marca Little Chonk, especializada em mochilas para pets, diretamente inspirada na convivência com Maxine.

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Os passeios com os cães adotáveis duram algumas horas e incluem trajetos de metrô, visitas a parques e encontros espontâneos com pessoas nas ruas.

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Em cada publicação, ele descreve o perfil comportamental do animal, o que facilita a identificação de possíveis interessados.

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No caso de Bertha, por exemplo, Bryan destacou que ela gosta de beijos, brinquedos específicos, fazer amigos, além de ter uma certa aversão a alguns tipos de pelúcia.

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O projeto acontece em parceria com o Animal Care Centers of NYC e conta ainda com o apoio de organizações como a Best Friends Animal Society, responsáveis por auxiliar na seleção dos cães.

Reprodução @bfas_ny

Ao The Washington Post, Reisberg destacou que a experiência vai além do conteúdo digital: “É maluco para mim, poder ver mudanças reais do impacto direto que estou a ter para melhorar a vida de outra pessoa e de outro cão”.

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Ele revelou que dedica cerca de um dia por semana à iniciativa, ajustando os passeios às necessidades e limites de cada animal.

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