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Indicada em 2021, Amanda Seyfried relativiza importância do Oscar


Indicada ao Oscar em 2021 por Mank, a atriz Amanda Seyfried afirmou que não trata a estatueta como prioridade. Em entrevista à “The New Yorker”, ela fez questionamentos. “Você se lembra de quem ganhou nos últimos dez anos?

Por Flipar
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Ela seguiu. “Ganhar não é importante, mas a indicação sim. Ela te impulsiona. É um fato.” Segundo ela, a construção de uma trajetória sólida pesa mais do que a vitória em si. Seyfried também destacou que prefere fazer escolhas alinhadas a seus valores.

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Apesar de não ter sido indicada este ano por “O Testamento de Ann Lee”, disse já ter “provado o seu valor” e viver fase estável após o sucesso de “A Empregada”.

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“O Testamento de Ann Lee” é uma cinebiografia baseada na vida de Ann Lee, fundadora da seita religiosa Shaker. O filme recebeu uma ovação de 15 minutos no Festival de Cinema de Veneza de 2025.

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Uma estrela internacional, Amanda Michelle Seyfried nasceu em 3 de dezembro de 1985, em Allentown, Pensilvânia, nos Estados Unidos. Filha de Ann, terapeuta ocupacional, e Jack Seyfried, farmacêutico. Ela tem uma irmã mais velha, Jennifer.

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Sua relação com a arte começou cedo. Aos 11 anos, foi modelo, apareceu em capas de livros e anúncios de moda. Mais tarde estudou canto lírico e ópera, experiência que serviu como base para os musicais que faria no cinema.

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Amanda iniciou a carreira de atriz em novelas americanas como “As the World Turns” e “All My Children”. Essas participações deram visibilidade inicial, mas seu primeiro grande destaque viria logo depois.

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Em 2004, Amanda ganhou projeção mundial ao interpretar Karen Smith em “Meninas Malvadas”. No filme, viveu a ingênua e divertida integrante do grupo liderado por Regina George, papel de Rachel McAdams.

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A comédia adolescente se transformou em um fenômeno cultural e revelou várias atrizes da geração, incluindo Lindsay Lohan. O carisma de Amanda nesse papel abriu as portas de Hollywood.

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Nos anos seguintes, estrelou filmes como “Cartas para Julieta”, “Querido John”, adaptação de Nicholas Sparks. Atuou ainda em “A Garota da Capa Vermelha” e no suspense “Garota Infernal”, onde dividiu cena com Megan Fox.

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Um de seus maiores sucessos foi o musical “Mamma Mia!” em 2008, no qual contracenou com Meryl Streep. O filme, inspirado nas músicas do ABBA, ganhou sequência em 2018 com “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”.

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Amanda também integrou o elenco de “Os Miseráveis” (2012), como Cosette. A história se passa na França do século XIX e ela teve a companhia de grandes atores, como Hugh Jackman e Russell Crowe.

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Em participação no “The Graham Norton Show” brincou ao dizer que ficará “furiosa” se não for escalada para “Mamma Mia 3”, filme já em processo de produção.

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Mas a atriz brilhou mesmo foi em “The Dropout” (2022), minissérie do Hulu onde interpretou Elizabeth Holmes. O papel lhe garantiu o Golden Globe e o Emmy de Atriz em Minissérie ou Filme para TV.

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Na vida pessoal, Amanda é casada desde 2017 com o ator Thomas Sadoski, com quem tem dois filhos: Nina, que nasceu em 2017 e Thomas, nascido em 2020.

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Entre curiosidades, Amanda quase seguiu carreira como cantora de ópera, mas escolheu o cinema. Ela também é apaixonada por animais, cuida de cavalos e mantém envolvimento em projetos de preservação ambiental.

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