Sua principal função é ajudar na absorção de cálcio e fósforo, nutrientes fundamentais para a saúde dos ossos e dentes. Por isso, níveis adequados de vitamina D são indispensáveis ao longo de toda a vida.
O corpo humano produz vitamina D quando a pele é exposta à luz solar, mais especificamente aos raios ultravioleta B (UVB). Esse processo transforma uma substância presente na pele em vitamina ativa.
Apesar disso, a vitamina D também pode ser obtida por meio da alimentação. Peixes gordurosos como salmão e sardinha, além de gema de ovo e alimentos fortificados, são boas fontes.
A deficiência de vitamina D pode causar problemas como fraqueza muscular, dores ósseas e maior risco de fraturas. Em casos mais graves, pode levar ao raquitismo em crianças e à osteoporose em adultos.
A falta dessa vitamina também tem sido associada a alterações no sistema imunológico, o que pode aumentar a suscetibilidade a infecções e outras doenças.
A exposição ao sol é considerada a forma mais eficiente de obter vitamina D, mas deve ser feita com cuidado. Não é necessário ficar longos períodos sob o sol para garantir sua produção.
Em geral, recomenda-se cerca de 10 a 20 minutos de exposição solar diária, com braços e pernas descobertos, sem protetor solar nesse curto período, para estimular a produção da vitamina.
Os melhores horários costumam ser antes das 10h da manhã e após as 16h, quando a radiação solar é menos intensa e os riscos à pele são menores.
No entanto, fatores como tom de pele, idade, uso de protetor solar e localização geográfica influenciam na produção de vitamina D. Pessoas com pele mais escura, por exemplo, podem precisar de mais tempo de exposição.
Idosos também tendem a produzir menos vitamina D naturalmente, o que pode exigir maior atenção, incluindo, em alguns casos, suplementação orientada por profissionais de saúde.
Por isso, manter um equilíbrio entre exposição solar segura e alimentação adequada é a melhor forma de garantir níveis saudáveis de vitamina D e preservar a saúde geral do organismo.