Ao contrário das rosas convencionais, suas flores apresentam aparência semelhante a pequenas rosetas de folhas. O resultado é uma planta que chama atenção mais pela forma e pela textura do que pelas cores vibrantes normalmente associadas às rosas.
A origem dessa variedade remonta a séculos atrás, sendo cultivada inicialmente na Ásia e posteriormente difundida para jardins botânicos e coleções especializadas ao redor do mundo. Sua raridade ajudou a aumentar o interesse de colecionadores.
O tom verde permanece durante grande parte do ciclo da flor, o que torna a planta uma presença diferenciada em canteiros e arranjos. Em algumas condições, as estruturas podem adquirir discretos tons bronzeados ou avermelhados nas extremidades.
Para se desenvolver bem, a rosa-verde aprecia ambientes com boa luminosidade e circulação de ar. A exposição adequada à luz contribui para que os ramos cresçam de forma equilibrada e para que as rosetas mantenham aspecto mais compacto e ornamental.
Por sua aparência incomum, muitas pessoas sequer acreditam que ela seja uma rosa verdadeira à primeira vista. Justamente por desafiar a imagem tradicional da flor, a variedade tornou-se uma das curiosidades botânicas mais famosas entre os amantes de plantas.