Keaton era conhecida por transformar seu estilo em uma marca registrada, Keaton influenciou a moda ao misturar peças tradicionalmente masculinas, como ternos e gravatas, com elementos femininos. Estilo que ficou imortalizado na cerimônia do Oscar, quando ela subiu ao palco com uma combinação inusitada de jaqueta de linho, cachecol, duas saias e salto alto com meia.
Além disso, a mansão que serviu como último lar de Diane Keaton voltou ao mercado imobiliário de Los Angeles por 22,9 milhões de dólares, cerca de 115,9 milhões de reais na cotação atual. A propriedade inspirou um livro e reflete a paixão da atriz por design e arquitetura. Com 830 m² de área construída em um terreno de 2.600 m², a residência combina estilo industrial e elementos rústicos, conta com cinco quartos, oito banheiros, quatro lareiras, piscina, casa de hóspedes e diversos detalhes idea
Conheça mais sobre a trajetória de Diane Keaton. Nascida no dia 5 de janeiro de 1946, em Los Angeles, na Califórnia, nos Estados Unidos, ela foi uma atriz premiada com o Oscar, conhecida por papéis marcantes em filmes como 'Noivo Neurótico, Noiva Nervosa', 'O Poderoso Chefão' e 'O Clube das Desquitadas'. Ela morreu aos 79 anos em outubro de 2025.
Diane Hall, como era seu nome de batismo, foi a mais velha de quatro filhos e cresceu em Santa Ana, na Califórnia. Após o colégio, ela se mudou para Nova York para estudar no Neighborhood Playhouse School of the Theatre. Mais tarde, adotou o sobrenome de solteira da mãe, Keaton, para evitar confusão com outra atriz já registrada no sindicato com o nome Diane Hall.
Sua carreira começou no teatro nos anos 1960. Ela se sobressaiu quando entrou para o elenco original do musical 'Hair' na Broadway, em 1968, onde ficou famosa por se recusar a retirar as roupas na cena final. Depois, atuou ao lado de Woody Allen na peça 'Play It Again, Sam', que rendeu a ela uma indicação ao Tony Award.
No cinema, estreou em 1970 com 'As Mil Faces do Amor'. Ao longo da década de 1970, sua parceria com Woody Allen foi muito produtiva. Ela estrelou vários dos filmes dele, como 'O Dorminhoco', de 1973, e 'Manhattan', de 1979, e foi por 'Noivo Neurótico, Noiva Nervosa', de 1977, que Keaton conquistou o Oscar de Melhor Atriz em 1978.
Em 1981, estrelou 'Reds' ao lado de Warren Beatty, com quem tinha um relacionamento na época, e recebeu sua segunda indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Sua terceira indicação ao maior prêmio do cinema também veio na categoria de Melhor Atriz, em 1997, pelo drama 'As Filhas de Marvin'. Em 2004, por 'Alguém Tem que Ceder', comédia romântica da diretora Nancy Meyers, ela recebeu sua quarta e última indicação ao Oscar, também na categoria de Melhor Atriz.
Keaton também fez parte da trilogia 'O Poderoso Chefão', do diretor Francis Ford Coppola. Ela apareceu nos três filmes, 'O Poderoso Chefão', de 1972, 'O Poderoso Chefão: Parte 2', de 1974, e 'O Poderoso Chefão: Parte 3', de 1990, no papel de Kay Adams, namorada e depois esposa de Michael Corleone, vivido por Al Pacino.
Keaton estrelou diversas comédias, que foram muito importantes para sua carreira e para seu reconhecimento perante o público. Em 1991, ela apareceu com Steve Martin em 'Pai da Noiva', que gerou uma sequência em 1995. Depois, em 1996, co-estrelou 'O Clube das Desquitadas' ao lado de Goldie Hawn e Bette Midler, filme que faturou mais de 181 milhões de dólares no mundo inteiro.
Outros títulos marcantes de sua filmografia são 'Presente de Grego', 'Mulheres, Amigas e Irmãs', 'Amores e Desencontros', “Alguém Tem que Ceder”, 'Linhas Cruzadas', 'Tudo em Família', 'O Casamento do Ano', 'Do Jeito que Elas Querem', 'Amor, Casamentos e Outros Desastres', entre outros. Ela fez sua última aparição no cinema com 'Acampamento com as Amigas', lançado em 2024.
Keaton nunca se casou, mas adotou a filha Dexter em 1996 e o filho Duke em 2001. A atriz também escreveu duas memórias de sucesso: 'Then Again', lançada em 2011, e 'Let's Just Say It Wasn't Pretty', lançada em 2014. Ela morreu no dia 11 de outubro de 2025, em Los Angeles, aos 79 anos, em decorrência de uma pneumonia.