Até 1975, Saigon foi a capital do Vietnã do Sul. Após o fim da Guerra do Vietnã e a reunificação do país, a cidade recebeu o nome de Ho Chi Minh, em homenagem ao líder revolucionário. O antigo nome, porém, continua presente no cotidiano.
Hoje, a cidade abriga mais de 14 milhões de habitantes e apresenta um crescimento acelerado, se consolidando como uma das metrópoles mais dinâmicas do Sudeste Asiático.
O cotidiano é marcado pelo intenso fluxo de motocicletas, símbolo do ritmo urbano local, por uma economia diversificada e arquitetura que conta a história de sua ocupação e resistência.
O Distrito 1, por exemplo, é conhecido por preservar joias do período colonial francês, como a Catedral de Notre-Dame de Saigon e a Agência Central de Correios, projetada pelo engenheiro francês Gustave Eiffel.
Outros de seus principais marcos são o Palácio da Reunificação, símbolo do fim da guerra e da reunificação do país, a Câmara Municipal e o Teatro Municipal, também conhecido como Ópera.
O tradicional Ben Thanh Market concentra comércio popular e gastronomia típica, enquanto a Nguyen Hue Boulevard representa o lado moderno e vibrante da vida noturna e cultural de Ho Chi Minh.
Arranha-céus modernos como a Bitexco Financial Tower, o Palácio da Independência e o Landmark 81 — o edifício mais alto do Vietnã — contribuem para simbolizar a ascensão econômica vietnamita.
O Museu dos Vestígios da Guerra e o Museu de História da Cidade de Ho Chi Minh são pontos turísticos feitos para preservar o passado recente do país e são dois dos lugares mais procurados pelos visitantes estrangeiros.
Para os amantes da gastronomia, a cidade é um paraíso sensorial; as calçadas são repletas de banquinhos de plástico onde se servem o autêntico Ph?, o sanduíche Bánh Mì e o café com leite condensado e gelo, pilares da cultura local.
Apesar da modernização, a cidade até hoje preserva templos tradicionais, bairros históricos e avenidas marcadas pela influência francesa do período colonial, que ocorreu entre meados do século 19 e 1954.