A movimentação em torno da marca Walmart no Brasil, com mudanças de nome e aquisições, reacende uma memória afetiva em muitos consumidores: a de grandes empresas internacionais que, um dia, foram parte do nosso dia a dia e hoje não existem mais por aqui. Seja por crises econômicas, forte concorrência ou mudanças no mercado global, diversas gigantes estrangeiras encerraram suas operações no país, deixando um rastro de saudade.
Relembre sete marcas famosas que fecharam as portas no Brasil e fazem falta para muita gente.
Walmart
O gigante do varejo americano chegou ao Brasil em 1995, mas nunca alcançou a liderança esperada. Após vender 80% de sua operação para um fundo de investimentos em 2018, as lojas foram rebatizadas como Grupo Big e, posteriormente, adquiridas pelo Carrefour. A marca Walmart, como era conhecida, deixou de existir no varejo físico brasileiro.
Blockbuster
Símbolo de uma era, a Blockbuster era o destino certo para alugar filmes nos fins de semana. A chegada dos serviços de streaming e a dificuldade da empresa em se adaptar ao modelo digital levaram a rede à falência global, com o fechamento de todas as suas lojas no Brasil no início da década de 2010.
FNAC
A varejista francesa FNAC era um ponto de encontro para amantes de livros, música e tecnologia. Com megastores que ofereciam uma experiência cultural completa, a marca vendeu suas operações no Brasil para a Livraria Cultura em 2017. A nova dona, enfrentando sua própria crise, fechou as unidades pouco tempo depois.
Best Buy
A gigante americana de eletrônicos tentou a sorte no Brasil em 2010, mas a aventura durou pouco. A alta carga tributária, a forte concorrência e a dificuldade de adaptar seu modelo de negócio ao mercado local fizeram a empresa encerrar suas atividades no país apenas dois anos após a inauguração.
Arby’s
Conhecida por seus sanduíches de rosbife, a rede de fast-food Arby’s teve uma passagem discreta pelo Brasil nos anos 1990 e uma nova tentativa nos anos 2010. Apesar do cardápio diferenciado, a marca não conseguiu conquistar o paladar do grande público e encerrou definitivamente suas operações por aqui.
Tower Records
Antes do streaming dominar o consumo de música, a Tower Records era um paraíso para os fãs. A loja icônica, com um vasto acervo de CDs e vinis, não resistiu à revolução digital e fechou suas portas no Brasil, seguindo a tendência global que afetou todo o setor de mídias físicas.
Kiabi
A varejista francesa de moda Kiabi chegou ao Brasil com grandes planos de expansão em 2017. Prometendo roupas a preços acessíveis, a marca não resistiu aos desafios do varejo nacional e aos impactos da pandemia, anunciando o fim de suas operações no país em 2020.










