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Sinais de alerta para identificar relacionamentos abusivos e violentos

Por Lara
11/08/2026
Em Saúde
Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy

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Reconhecer os sinais de relacionamentos abusivos é fundamental para interromper ciclos de violência. Comportamentos nocivos podem surgir de maneira sutil e, com o tempo, serem normalizados pela vítima ou por pessoas próximas. Embora sejam frequentemente associados a relações amorosas, esses padrões também podem aparecer em outros vínculos de confiança.

A violência não se manifesta apenas por meio de agressões físicas. Ela também pode ocorrer de forma psicológica, moral, sexual ou patrimonial, causando impactos profundos na vida da vítima. Identificar comportamentos de controle, manipulação, ameaças e outras formas de abuso pode ser essencial para buscar ajuda e romper esse ciclo.

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Profissionais da área de saúde mental alertam que o abusador geralmente busca isolar a vítima, minando sua autoestima e sua rede de apoio para exercer controle total. É fundamental estar atento a mudanças de comportamento e a um padrão de atitudes que causam medo, angústia e constrangimento.

Principais sinais de alerta em relacionamentos abusivos

Comportamentos controladores e manipuladores podem se manifestar de várias formas. Ficar atento a esses padrões é crucial para identificar uma dinâmica perigosa antes que ela se agrave. Alguns dos sinais mais comuns incluem:

  • Isolamento: o abusador tenta afastar a vítima de amigos e familiares, criticando suas companhias e criando conflitos para que a pessoa se sinta sozinha e dependente.
  • Controle excessivo: monitorar redes sociais, controlar o que a pessoa veste, com quem fala ou para onde vai. Isso também inclui o controle financeiro, limitando o acesso da vítima ao próprio dinheiro.
  • Ciúme possessivo: crises de ciúme desproporcionais e acusações constantes de infidelidade, tratando a pessoa como uma propriedade.
  • Críticas e humilhações: desvalorizar as opiniões, os sonhos e as conquistas da vítima, seja em particular ou em público, com o objetivo de destruir sua autoconfiança.
  • Manipulação emocional: distorcer fatos para que a vítima duvide da própria memória e sanidade, um comportamento conhecido como gaslighting. O abusador se coloca como vítima e culpa o outro por seus próprios erros.
  • Ameaças: ameaçar a vítima, seus filhos, familiares ou até animais de estimação para obter o que deseja ou para impedir o fim do relacionamento.

Onde procurar ajuda em Brasília

No Distrito Federal, vítimas de violência contam com uma rede de apoio especializada. É fundamental saber onde buscar ajuda ao primeiro sinal de perigo. Em casos de emergência imediata, ligue para a Polícia Militar no número 190. Para outras situações, procure os seguintes serviços:

  • Casa da Mulher Brasileira: Centro de referência que integra delegacia, defensoria pública e apoio psicossocial em um só lugar. Fica na SGAN 601, Lote L, Asa Norte.
  • Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM): Focada no atendimento de crimes de violência doméstica e familiar. A DEAM I está localizada na EQS 204/205 – Asa Sul e atende pelo telefone (61) 3207-6172.
  • Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher: Canal nacional que funciona 24 horas por dia, todos os dias. Oferece escuta, orientação e encaminhamento para serviços da rede de proteção. A ligação é gratuita e confidencial.
  • Centros de Referência de Assistência Social (CRAS): Oferecem apoio e acompanhamento para famílias em situação de vulnerabilidade, podendo ser uma porta de entrada para a rede de proteção.
Tags: Relacionamento tóxicorelacionamentos abusivosrelacionamentos violentossaúdesinais de alerta
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O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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