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EUA e Doutrina Monroe: entenda estratégia para a América Latina

Por Larissa
12/08/2026
Em Mundo
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O governo dos Estados Unidos anunciou a retomada da Doutrina Monroe como pilar de sua nova estratégia de segurança para a América Latina. A política, detalhada em Washington, reafirma a intenção de manter a influência americana no continente e coloca sob observação países que se enquadrem em determinados critérios.

A medida surge meses após a operação na Venezuela, que resultou no sequestro de Nicolás Maduro em janeiro de 2026. O episódio é visto como um modelo para a aplicação da nova doutrina, que visa coibir governos considerados hostis aos interesses americanos na região.

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Quais são os critérios de observação da Doutrine Monroe?

A Doutrina Monroe mira principalmente países com governos que Washington considera ideologicamente desalinhados. Nações com forte retórica anti-americana ou alianças com potências rivais, como China e Rússia, são vistas como alvos prioritários.

Outro fator determinante é a instabilidade política e social. Crises internas prolongadas, violações de direitos humanos ou colapso econômico podem ser usados como justificativa para uma ação que vise “restaurar a ordem e a democracia” sob a ótica do governo americano.

Relações comerciais e militares com adversários dos EUA também estão sob escrutínio. A presença de bases militares estrangeiras ou a assinatura de acordos estratégicos que ameacem a hegemonia americana na região são considerados gatilhos para uma resposta mais dura por parte de Washington.

Embora nenhum país tenha sido nomeado oficialmente, a nova diretriz sugere que nações com os perfis descritos entram no radar de Washington. O governo americano não detalhou quais ações poderiam ser tomadas, mas sinalizou a intenção de reforçar sua presença e influência no Hemisfério Ocidental.

Tags: Doutrina MonroeeuaMundo
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