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Sinais de alerta na gravidez: o que pode indicar um problema

Por Lara
22/02/2026
Em Saúde
Créditos: depositphotos.com / IgorTishenko

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A gravidez é uma fase marcada por transformações físicas e emocionais intensas. Ao longo dos nove meses, o organismo da gestante se adapta para acolher o desenvolvimento do bebê, o que traz sintomas esperados, como náuseas, cansaço maior e alterações do sono. Mesmo sendo um processo fisiológico, esse período exige atenção especial aos sinais que o corpo apresenta, já que algumas manifestações podem indicar risco para a mãe e para o feto.

Entre tantos desconfortos comuns da gestação, distinguir o que é habitual do que pode ser um alerta nem sempre é simples. Por isso, informação clara e acompanhamento de pré-natal regular tornam-se aliados importantes. Identificar cedo um possível problema, comunicar ao profissional de saúde e seguir as orientações adequadas pode reduzir complicações e contribuir para uma gravidez mais segura.

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Quais são os principais sinais de alerta na gravidez?

Em geral, chamam mais atenção mudanças súbitas, dores intensas, sangramentos e alterações importantes na pressão arterial ou na movimentação do bebê. A intensidade, a persistência e a associação com outros sintomas ajudam a diferenciar desconfortos leves de situações que podem precisar de avaliação imediata.

De forma geral, gestantes e familiares costumam ser orientados a observar qualquer sintoma que apareça de forma abrupta, se agrave em pouco tempo ou venha acompanhado de mal-estar intenso. Em muitos casos, quanto mais cedo ocorre a busca por atendimento, maiores as chances de um desfecho favorável para a mulher e para o feto, especialmente em quadros como pré-eclâmpsia, infecções ou trabalho de parto prematuro.

Sinais de alerta na gravidez: o que não deve ser ignorado?

Alguns sinais de alerta na gravidez são considerados clássicos e merecem atenção redobrada. Entre eles, o sangramento vaginal, a dor abdominal intensa, o inchaço súbito em rosto e mãos, a redução dos movimentos fetais e a febre persistente aparecem com frequência nas orientações de obstetras e serviços de saúde. Esses sinais podem estar ligados a diferentes causas, desde alterações na placenta até infecções e desequilíbrios da pressão arterial.

  • Sangramento vaginal: pode estar associado a ameaça de aborto, gravidez ectópica, placenta prévia ou descolamento de placenta, dependendo da fase gestacional.
  • Dor abdominal forte e contínua: pode sugerir infecções, trabalho de parto prematuro ou alterações uterinas e placentárias.
  • Inchaço repentino com dor de cabeça intensa: quando acompanhado de visão embaçada ou pressão alta, pode indicar pré-eclâmpsia.
  • Diminuição dos movimentos do bebê: pode sinalizar sofrimento fetal e exige investigação rápida.
  • Febre persistente: costuma ser indício de infecção, como urinária ou respiratória, que precisa de tratamento adequado.

Esses sinais não significam, por si só, que haverá uma complicação grave, mas apontam a necessidade de avaliação profissional o quanto antes. Em situações de dúvida, a recomendação usual é buscar atendimento, em especial em serviços de urgência obstétrica.

Como reconhecer melhor os sintomas anormais na gestação?

Reconhecer um sintoma anormal passa por observar o próprio corpo ao longo da gestação. Um dos pontos centrais é perceber mudanças no padrão habitual da gestante. Por exemplo, um leve inchaço nas pernas ao fim do dia tende a ser comum, enquanto um aumento repentino no rosto, nas mãos ou ao redor dos olhos foge do esperado. Da mesma forma, cólicas discretas podem ocorrer, mas dor abdominal intensa, que piora e interfere nas atividades diárias, deve chamar atenção.

Algumas estratégias ajudam na identificação precoce de sinais de alerta na gravidez:

  1. Registrar sintomas: anotar quando começaram, quanto tempo duram e se pioram com o passar das horas.
  2. Observar a pressão arterial: em gestantes com histórico de hipertensão ou risco aumentado, a aferição regular é útil.
  3. Notar o padrão de movimentos fetais: após começar a sentir o bebê, observar se há redução importante na frequência de movimentos habituais.
  4. Atentar para febre e calafrios: sintomas de infecção geralmente incluem mal-estar, dores no corpo e alteração de temperatura.
  5. Evitar automedicação: o uso de medicamentos sem orientação pode mascarar sinais importantes ou agravar o quadro.

Qual é o papel do pré-natal na prevenção de complicações?

O acompanhamento pré-natal é considerado a principal ferramenta para prevenir e detectar precocemente problemas durante a gravidez. Consultas periódicas permitem monitorar parâmetros como pressão arterial, ganho de peso, crescimento uterino e batimentos cardíacos fetais. Além disso, exames de sangue, urina e ultrassonografias ajudam a identificar alterações que, muitas vezes, ainda não geraram sintomas evidentes.

Entre as condições que podem ser rastreadas e acompanhadas no pré-natal estão diabetes gestacional, hipertensão na gravidez, anemia e infecções urinárias, além de alterações placentárias e do desenvolvimento fetal. A detecção antecipada dessas situações abre espaço para intervenções, como ajustes na alimentação, uso de medicação específica, mudança na rotina de atividades e, em alguns casos, planejamento de parto em ambiente com maior suporte.

  • Realização de consultas em intervalos recomendados pelo obstetra.
  • Participação em orientações sobre sinais de alerta na gravidez.
  • Atualização do cartão ou prontuário de gestante com todas as informações.
  • Discussão de dúvidas sobre sintomas novos ou persistentes.

O que fazer ao perceber um sinal de alerta na gravidez?

Quando algum sintoma potencialmente grave surge, a atitude imediata costuma fazer diferença. A orientação geral é não esperar muitos dias para ver se o quadro melhora sozinho, principalmente em casos de sangramento, dor forte, febre alta, falta de ar, inchaço súbito ou alteração marcante na movimentação fetal. Nessas situações, a busca por atendimento de urgência ou contato rápido com a equipe de saúde é a conduta mais indicada.

Antes de chegar ao serviço de saúde, pode ser útil reunir informações que ajudem o profissional na avaliação, como início do sintoma, intensidade, presença de outros sinais associados e se houve uso de algum medicamento. A partir daí, o especialista definirá se é necessário exame complementar, observação mais prolongada, internação ou apenas orientação e retorno ao pré-natal. Dessa forma, vigiar os sinais de alerta na gravidez, manter diálogo aberto com o obstetra e seguir as recomendações propostas tornam-se atitudes centrais para reduzir riscos e preservar a saúde de mãe e bebê ao longo de toda a gestação.

FAQ sobre gestação

A seguir, apresentamos algumas perguntas frequentes sobre gestação, com respostas que complementam as informações deste artigo e ajudam a esclarecer dúvidas comuns do dia a dia da grávida e de sua família.

  • 1. Quais exames são mais comuns no início da gestação?
    Nos primeiros meses, costuma-se solicitar exames de sangue, urina, sorologias para algumas infecções, tipagem sanguínea e, muitas vezes, uma ultrassonografia inicial. Esses exames permitem conhecer melhor o estado de saúde da gestante e estabelecer um ponto de partida para acompanhar a evolução da gravidez. Portanto, é importante levá-los às consultas e esclarecer qualquer dúvida sobre os resultados com o profissional.
  • 2. É normal sentir muito sono e cansaço no começo da gravidez?
    O aumento do sono e do cansaço é bastante frequente no primeiro trimestre, pois o corpo está se adaptando às mudanças hormonais e ao início do desenvolvimento do bebê. Descansar mais, organizar a rotina para incluir pausas e manter alimentação equilibrada pode ajudar bastante. Entretanto, se o cansaço interferir demais nas atividades diárias, vale comentar com o profissional de saúde para avaliar se há algo adicional que possa ser ajustado.
  • 3. Como posso melhorar as náuseas e enjoo na gestação?
    Pequenas mudanças na rotina alimentar costumam trazer alívio: fazer refeições menores ao longo do dia, evitar longos períodos em jejum, escolher alimentos mais leves e manter boa hidratação. Cada gestante encontra o que funciona melhor para si, portanto observar quais alimentos pioram ou melhoram o enjoo é uma estratégia útil. Então, se os sintomas estiverem muito intensos, o ideal é conversar com o profissional para orientações específicas.
  • 4. O que costuma ser recomendado em relação à alimentação da gestante?
    A alimentação geralmente é orientada para ser variada, com frutas, legumes, verduras, proteínas e carboidratos de boa qualidade, além de ingestão adequada de água. A ideia é fornecer nutrientes suficientes para a mãe e para o bebê, mantendo o ganho de peso dentro do esperado. Portanto, sempre que possível, é interessante receber orientação nutricional individualizada, adaptando as recomendações ao estilo de vida e às preferências da gestante.
  • 5. A prática de atividade física é permitida durante a gravidez?
    Na maioria das gestações, alguma forma de atividade física leve a moderada é bem-vinda, como caminhadas, alongamentos ou exercícios específicos para gestantes, desde que liberados pelo profissional de saúde. O movimento contribui para o bem-estar, melhora da circulação e qualidade do sono. Entretanto, o tipo e a intensidade dos exercícios devem ser ajustados de acordo com cada caso, então o ideal é sempre obter autorização e orientações personalizadas.
  • 6. É comum ter alterações de humor na gestação?
    As oscilações de humor são bastante comuns devido às mudanças hormonais, às expectativas em relação ao bebê e às adaptações na rotina familiar. Sentir-se mais sensível, emocionada ou ansiosa em alguns momentos faz parte do processo para muitas mulheres. Portanto, falar abertamente sobre esses sentimentos com pessoas de confiança e com a equipe de saúde pode trazer acolhimento e estratégias para lidar melhor com essa fase.
  • 7. Como posso cuidar melhor do sono durante a gravidez?
    Com o avançar da gravidez, o sono pode ficar mais fragmentado por conta de desconfortos físicos e da necessidade de urinar com mais frequência. Criar um ambiente calmo, evitar telas por longos períodos à noite, manter horários relativamente regulares para dormir e encontrar posições confortáveis com apoio de travesseiros são medidas simples que ajudam bastante. Então, se ainda assim o descanso estiver muito prejudicado, vale conversar com o profissional para avaliar possibilidades adicionais de cuidado.
  • 8. De que forma posso me preparar emocionalmente para o parto?
    Participar de cursos de gestante, buscar informações em fontes confiáveis e dialogar com o profissional sobre o plano de parto costumam trazer mais tranquilidade. Quanto mais a mulher compreende as etapas do trabalho de parto e conhece suas opções, maior tende a ser a sensação de segurança. Portanto, reservar momentos para refletir sobre expectativas, medos e desejos em relação ao nascimento do bebê é uma parte importante da preparação.
  • 9. É importante incluir a família ou o parceiro nas orientações da gestação?
    Envolver pessoas próximas costuma ser bastante positivo, pois amplia a rede de apoio da gestante. Quando o parceiro, familiares ou amigos participam de consultas, palestras e conversas, eles passam a compreender melhor as necessidades desse período. Portanto, isso facilita a organização de tarefas, o suporte emocional e prático no dia a dia e, então, contribui para uma vivência mais tranquila da gravidez para todos.
  • 10. Quais cuidados gerais ajudam a tornar a gestação mais tranquila?
    De modo geral, manter uma rotina com alimentação equilibrada, hidratação adequada, sono de qualidade, acompanhamento pré-natal regular e momentos de lazer é um conjunto de atitudes que favorece muito o bem-estar na gravidez. Pequenas escolhas diárias, como reservar tempo para relaxar, praticar exercícios orientados e manter diálogo aberto com a equipe de saúde, fazem diferença. Portanto, construir esse cuidado passo a passo, respeitando o ritmo do corpo, ajuda a tornar a experiência gestacional mais harmoniosa.
Tags: gravidezgravidez de riscoinfecçõesparto prematuropré-eclâmpsiasaúdesinais de alerta na gravidez
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