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7 dicas de especialistas para proteger seu dinheiro da inflação

Por Larissa
25/07/2026
Em Economia
Além do INSS: veja quais categorias recebem o décimo antecipado

Créditos: depositphotos.com / verganifotografia

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O custo de vida subiu e o dinheiro parece encurtar a cada mês. Encher o carrinho no supermercado, pagar as contas de consumo e abastecer o carro são desafios cada vez maiores para o orçamento. Com a inflação pressionando o bolso das famílias brasileiras, proteger suas economias se tornou uma necessidade urgente para não perder poder de compra.

A boa notícia é que algumas mudanças de hábito e um pouco de organização podem fazer a diferença no fim do mês. Adotar estratégias inteligentes ajuda a blindar seu salário dos efeitos da alta dos preços e a manter a saúde financeira em dia, garantindo mais tranquilidade.

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Como proteger seu dinheiro da inflação

Pequenos ajustes na rotina e um planejamento cuidadoso são essenciais para fazer seu salário render mais. Confira sete práticas que podem ser aplicadas imediatamente:

  1. Saiba para onde vai seu dinheiro: o primeiro passo é ter um mapa claro de todas as suas despesas. Use um aplicativo de finanças ou uma planilha simples para registrar cada gasto, do cafezinho às contas fixas. Isso revela onde estão os verdadeiros “ralos” do orçamento.
  2. Reveja gastos não essenciais: depois de mapear, identifique o que pode ser cortado ou reduzido. Aquela assinatura de streaming que você quase não usa, o excesso de pedidos por delivery ou outros pequenos luxos podem pesar bastante quando somados.
  3. Pesquise e substitua produtos: a pesquisa de preços é uma grande aliada contra a inflação. No supermercado, compare marcas, aproveite promoções e opte por produtos da estação, que costumam ser mais baratos. A diferença no valor final da compra pode ser significativa.
  4. Renegocie suas contas e contratos: faturas de internet, plano de celular e anuidade do cartão de crédito nem sempre são fixas. Entre em contato com as empresas e tente negociar condições melhores. O mesmo vale para dívidas com juros altos, que corroem sua renda.
  5. Invista para não perder poder de compra: deixar o dinheiro parado na poupança, com rendimento abaixo da inflação, significa perder dinheiro. Busque investimentos que ofereçam ganhos reais, como títulos do Tesouro Direto atrelados ao IPCA ou CDBs com boa rentabilidade.
  6. Construa uma reserva de emergência: imprevistos acontecem e, sem uma reserva, a solução muitas vezes é o endividamento. Tente guardar o equivalente a pelo menos três a seis meses do seu custo de vida em um investimento seguro e com liquidez diária.
  7. Considere gerar uma renda extra: se o orçamento continuar apertado mesmo com os cortes, avalie a possibilidade de criar uma nova fonte de renda. Vender itens que não usa mais, oferecer serviços como freelancer ou transformar um hobby em um pequeno negócio são caminhos possíveis.
Tags: economiaFinançasinflação
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O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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