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Quer estudar na África? Veja programas de intercâmbio para brasileiros

Por Lara
11/08/2026
Em Turismo
Créditos: depositphotos.com / dmvasilenko

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O I Fórum de Reitores Brasil-África, realizado pelo Ministério da Educação em Brasília no final de maio de 2024, resultou na assinatura de 291 novos acordos de cooperação entre universidades brasileiras e africanas. Essa iniciativa abre uma nova janela de oportunidades de estudo no continente, que vai muito além dos destinos tradicionais de intercâmbio e revela um cenário acadêmico vibrante e cheio de possibilidades.

Estudar na África oferece uma imersão cultural única, com custos que podem ser mais acessíveis que os de programas na Europa ou nos Estados Unidos. O continente abriga universidades em ascensão e centros de pesquisa com foco em áreas como desenvolvimento sustentável, saúde pública, biodiversidade e relações internacionais.

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Principais destinos para brasileiros

A África do Sul continua sendo um dos países mais procurados para intercâmbio. Com universidades de renome internacional e o inglês como uma das línguas oficiais, o país atrai estudantes para cursos de graduação, pós-graduação e programas de curta duração para aprender o idioma. Cidades como Cidade do Cabo e Joanesburgo oferecem uma vida acadêmica e cultural intensa.

Para quem busca uma adaptação mais fácil, Angola é uma excelente opção por conta da língua portuguesa. O país tem investido em educação superior, com oportunidades em áreas como engenharias, geologia e estudos africanos. A proximidade cultural também facilita a integração dos estudantes brasileiros.

Localizada na África Ocidental, Gana é um país de língua inglesa conhecido por sua estabilidade política e hospitalidade. As universidades em Acra, a capital, são reconhecidas por seus cursos nas áreas de ciências sociais, história e artes, proporcionando uma perspectiva única sobre a história e a cultura da região.

A Namíbia também surge como uma opção interessante, sendo uma referência em estudos sobre meio ambiente, ecologia e geologia. Além dela, a recente aproximação via Fórum Brasil-África fortaleceu laços com outros países como Ruanda, Togo e República Democrática do Congo, ampliando o leque de destinos para estudantes.

Onde encontrar bolsas de estudo para intercâmbio?

Para encontrar uma oportunidade, o primeiro passo é pesquisar. Portais de agências de fomento brasileiras, como a Capes, costumam divulgar editais de cooperação internacional. É importante também acompanhar os sites das embaixadas de países africanos no Brasil, que frequentemente publicam informações sobre bolsas de estudo.

Outra dica é explorar diretamente os portais das universidades de interesse. Muitas delas possuem programas de bolsas para estudantes internacionais ou parcerias específicas com instituições brasileiras. A preparação da documentação é fundamental e costuma incluir passaporte válido, visto de estudante, histórico acadêmico e comprovante de proficiência no idioma do curso, quando exigido. Planejar com antecedência aumenta as chances de sucesso.

Tags: áfricacontinente africanointercâmbioprincipais destinosprogramas de intercâmbioTurismo
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O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Golpe do Pix: como funciona o mecanismo para reaver o dinheiro e o que muda nas regras

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