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5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

Por Lara
11/08/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / DmitriyAnaniev

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A constante evolução do setor aéreo, com a modernização das frotas e a otimização de rotas, desperta o interesse de muitos pela aviação. Embora a carreira de piloto seja a mais lembrada, existem diversas outras profissões essenciais para que um avião decole com segurança e eficiência. Para quem sonha em trabalhar perto das nuvens, mas longe da cabine de comando, há um leque de oportunidades com formações específicas e alta demanda no mercado.

Essas carreiras são fundamentais para o funcionamento da complexa engrenagem que move o transporte aéreo, abrangendo desde a concepção de uma aeronave até a gestão das operações em solo.

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5 cursos e formações para quem busca uma vaga no setor de aviação

Engenharia Aeronáutica

Responsável por projetar, fabricar e realizar a manutenção de aviões, helicópteros e até satélites, o engenheiro aeronáutico é uma peça-chave na inovação do setor. O trabalho envolve cálculos complexos e conhecimento profundo de materiais e aerodinâmica.

O curso superior tem duração de cinco anos e prepara o profissional para atuar em companhias aéreas, fabricantes e empresas de manutenção, um campo aquecido pela constante renovação das frotas.

Controle de Tráfego Aéreo

Esses profissionais são os verdadeiros guardiões do céu, guiando os pilotos durante a decolagem, o voo e o pouso. A função exige alto nível de concentração e raciocínio rápido para garantir a segurança de milhares de passageiros diariamente.

A formação é específica, geralmente oferecida por órgãos de controle do espaço aéreo, como o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), com ingresso por meio de concurso público.

Manutenção de Aeronaves

Nenhuma aeronave voa sem o aval do mecânico de manutenção. Ele é o especialista que inspeciona, diagnostica e repara todos os sistemas do avião, dos motores à sua estrutura. É um trabalho de extrema responsabilidade, diretamente ligado à segurança de voo.

A carreira começa com cursos técnicos profissionalizantes, que oferecem diferentes habilitações reconhecidas pela ANAC. As principais são Grupo Motopropulsor (motores), Célula (estrutura e sistemas da aeronave) e Aviônicos (instrumentos e sistemas eletrônicos).

Gestão Aeroportuária

Se o céu é o campo de atuação de pilotos e controladores, o aeroporto é o domínio do gestor aeroportuário. Ele cuida de toda a operação em terra, incluindo logística de passageiros e cargas, segurança e administração dos serviços comerciais.

Cursos de tecnólogo em gestão aeroportuária ou bacharelado em administração com foco no setor são os caminhos mais comuns para atuar na administração de terminais aéreos.

Comissário de Voo

Muito além do serviço de bordo, a principal função do comissário é zelar pela segurança e bem-estar dos passageiros. Ele é treinado para agir em situações de emergência, prestar primeiros socorros e garantir o cumprimento de todas as normas a bordo.

Para ingressar na profissão, é preciso fazer um curso de formação específico, homologado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), e obter as licenças necessárias para voar.

Tags: aviaçãoComissário de VooControle de Tráfego AéreoCuriosidadescursosEngenharia AeronáuticaGestão AeroportuáriaManutenção de Aeronaves
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O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Golpe do Pix: como funciona o mecanismo para reaver o dinheiro e o que muda nas regras

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