Vacinação contra covid-19

Queiroga diz ser possível garantir vacinação de toda a população até fim de 2021

Mesmo com a projeção otimista, o ministro da Saúde não deixou de pedir ajuda aos países que possuem doses extras de imunizantes

Maria Eduarda Cardim
postado em 30/04/2021 13:11 / atualizado em 30/04/2021 13:12
 (crédito: Evaristo Sá/AFP)
(crédito: Evaristo Sá/AFP)

Apesar de pedir a doação de doses excedentes de vacinas contra a covid-19 para outros países, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, nesta sexta-feira (30/4), que o Brasil tem doses suficientes programadas para chegar no segundo semestre e, dessa forma, ser possível garantir que toda a população brasileira seja vacinada até o fim de 2021.

A afirmação foi feita em resposta à pergunta do Correio Braziliense feita durante a coletiva de imprensa da Organização Mundial da Saúde (OMS), na qual Queiroga participou como convidado especial.

“Temos doses suficientes para o segundo semestre e é possível garantir que até o final do ano de 2021 tenhamos a nossa população inteiramente vacinada”, garantiu o ministro.

Mesmo com a projeção otimista, o ministro não deixou de pedir ajuda aos países que possuem doses extras de imunizantes. “"Reiteramos nosso apelo para quem tem dose extra da vacina que compartilhe com o Brasil para que a gente consiga conter a fase crítica da pandemia e evite a proliferação de novas linhagens do vírus", disse Queiroga durante o pronunciamento inicial feito antes das perguntas.

Prioridade

Ao falar sobre a vacinação no Brasil, o ministro da Saúde afirmou que o processo de imunização de brasileiro é a prioridade número 1 do governo federal e que entregará aos estados brasileiros mais de 16 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 até a próxima segunda-feira (3/5).

"Optamos por uma estratégia diversificada, que inclui parcerias para transferência de tecnologia e produção nacional, contratos bilaterais com farmacêuticas e a participação no mecanismo Covax Facility, totalizando mais de 500 milhões de doses de vacinas contratadas", pontuou o ministro.

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