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Raymond Graumans explica benefícios da carne suína sem conservantes

Em entrevista ao Correio, nesta sexta-feira (29/10), o holandês Raymond Graumans — produtor artesanal e especialista em charcutaria — contou detalhes da linha saudável de carne suína "sem químicos, apenas sal e defumação natural"

João Vitor Tavarez*
postado em 29/10/2021 17:22 / atualizado em 29/10/2021 17:23
 (crédito: CB.Agro)
(crédito: CB.Agro)

O produtor artesanal holandês Raymond Graumans, especialista em charcutaria, lançou uma linha de suínos diferente e sem conservantes. O dono da rede Casa do Holandês — loja com vários pontos em Brasília — conta detalhes da linha saudável, em entrevista ao CB.Agro, parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília, nesta sexta-feira (29/10).

“Há cerca de três anos, criamos uma linha pura (de carnes). Começamos a produzir, em nossa fábrica, linguiças sem conservantes. Temos um bacon, por exemplo, sem químicos. Apenas sal e defumação natural”, explica o especialista, que comercializa peças de defumados e cortes especiais de carnes nobres usadas no preparo de pratos finos da gastronomia.

Carne suína e saudável

“É engraçado, pois muitos clientes chegam à loja por indicação de médicos ou nutricionistas, no caso daqueles pacientes que precisam fazer dieta com baixo consumo de carboidratos”, comenta Raymond. Ele destaca que também oferece opções para quem não tem restrição, como linguiças, salsichas e bacon com conservantes.

Controle

Em relação ao controle sanitário, o especialista fala dos cuidados no preparo de carnes. “Nossa empresa passa pelo controle da Secretaria de Agricultura, além de ter um veterinário na fábrica. Também possuímos um selo (de qualidade)”, cita o empresário, que compra a carne de fazendas especializadas na criação de suínos.

Mercado

O especialista avalia que o mercado de carne suína, no Brasil, tem bastante potencial. “É um produto com valor mais acessível em comparação à carne bovina”, ressalta. Vale lembrar que o valor da carne bovina teve alta significativa nos últimos meses, mesmo em meio a impasses com a China. “O valor da carne suína também subiu bastante, mas a bovina muito mais”, reforça.

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*Estagiário sob a supervisão de Andreia Castro

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