O triplo homicídio que chocou Ilhéus (BA) e ganhou repercussão nacional teve um novo desdobramento. A Polícia Civil da Bahia concluiu as investigações sobre as mortes de Maria Helena do Nascimento Bastos, de 41 anos, da filha dela, Mariana Bastos da Silva, de 20, e da amiga da família Alexsandra Oliveira Suzart, de 45. As três foram assassinadas em 14 de agosto de 2024, em um crime de extrema violência que comoveu o país.
Segundo a polícia, o inquérito foi finalizado e encaminhado à Justiça em dezembro de 2025. O investigado foi indiciado por latrocínio — roubo seguido de morte — praticado contra as três vítimas, além de ter sido solicitado o pedido de prisão preventiva.
Com o indiciamento, o Ministério Público da Bahia (MPBA) ofereceu denúncia contra o suspeito, ao considerar que há indícios suficientes de autoria e materialidade do crime, conforme apontado nas conclusões da investigação.
As apurações foram conduzidas pelo Núcleo de Homicídios de Ilhéus e pela 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin). Ao longo do trabalho investigativo, foram analisadas imagens de câmeras de segurança, realizados exames periciais e colhidos depoimentos de familiares e testemunhas.
Relembre o caso
Os corpos das vítimas foram encontrados em um matagal no bairro Jardim Atlântico, em Ilhéus, com ferimentos provocados por arma branca, no mesmo dia do crime, 14 de agosto de 2024. Maria Helena e Alexsandra eram amigas e atuavam como professoras da rede municipal de ensino. Mariana, de 20 anos, era filha de Maria Helena.
À época, a Polícia Civil informou que familiares e pessoas próximas às vítimas foram ouvidos e que imagens de ao menos 15 câmeras de segurança da região seriam analisadas para auxiliar na elucidação do caso.
A Polícia Militar da Bahia (PMBA) informou que equipes da 69ª Companhia Independente (CIPM) foram acionadas após a denúncia da localização de três corpos no bairro São Francisco. No local, os policiais constataram os óbitos e acionaram o Departamento de Polícia Técnica para a realização da perícia.
Dias após o crime, um homem suspeito de envolvimento nas mortes foi preso. Conforme a polícia, ele também era investigado por crimes relacionados ao tráfico de drogas.
Durante o interrogatório, na época, o suspeito confessou a autoria do triplo homicídio, alegando que atacou as vítimas durante uma tentativa de roubo. No entanto, segundo a Polícia Civil, o depoimento apresentou contradições que precisaram ser confrontadas com outras provas reunidas ao longo da investigação. Desde o início, o perfil do investigado chamou a atenção dos investigadores. De acordo com a polícia, ele foi descrito como andarilho, dependente químico e com histórico de roubos, furtos e envolvimento com o tráfico de drogas.
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