
A argentina Agostina Páez, que é acusada de injúria racial contra funcionários de um bar no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro, divulgou um vídeo nas redes sociais. Na gravação, ela afirma estar com medo da repercussão do caso.
No registro, publicado dias após o episódio, a turista diz viver um momento de desespero e insegurança. “Estou desesperada, morrendo de medo, e faço este vídeo para que a situação que estou vivendo ganhe repercussão”, afirma.
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O conteúdo foi divulgado em perfis pessoais da argentina e passou a circular amplamente nas redes sociais, tornando-se um dos principais registros públicos associados ao caso. A gravação concentra a narrativa construída por Agostina após o episódio e marca sua primeira manifestação direta em vídeo sobre a situação.
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Influenciadora e advogada, Agostina já mantinha presença ativa nas plataformas digitais, o que ampliou o alcance do registro. Após a publicação, o perfil da advogada acabou saindo do ar do Instagram por conta do número de denúncias feitas à página e o vídeo passou a ser compartilhado em diferentes redes e aplicativos de mensagens.
O caso passa agora a tramitar formalmente na Justiça criminal, com Agostina Páez respondendo como ré por injúria racial e atos discriminatórios. A investigação segue sob responsabilidade do Ministério Público, e o processo judicial deve apurar as responsabilidades penais pelos crimes cometidos.

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