SÃO PAULO

Jaqueta de Dinho, dos Mamonas Assassinas, é encontrada em cemitério

Peça estava sobre o caixão do artista e poderá integrar memorial ecológico que homenageará a banda 30 anos após o acidente aéreo

Dinho, vocalista da banda Mamonas Assassinas -  (crédito: Reprodução/Instagram)
Dinho, vocalista da banda Mamonas Assassinas - (crédito: Reprodução/Instagram)

Uma jaqueta utilizada pela equipe dos Mamonas Assassinas foi encontrada intacta sobre o caixão do vocalista Dinho durante a exumação realizada na segunda-feira (23/2), no Cemitério Primaveras, na Grande São Paulo. A informação foi divulgada oficialmente nas redes sociais da banda nesta quarta-feira (25), após anúncio da criação de um memorial ecológico em homenagem ao grupo.

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De acordo com a nota publicada, a peça havia sido colocada sobre o caixão à época do sepultamento e permanece sob a guarda do cemitério até que se decida se fará parte do futuro espaço de memória. "Esclarecemos também que o memorial será aberto à visitação dos fãs sem qualquer custo. O intuito é, sempre foi e sempre será perpetuar a memória e proporcionar aos fãs de hoje e das futuras gerações um espaço que conte a história de alegria, garra e determinação dos nossos meninos", escreveu.

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A exumação dos corpos dos cinco integrantes faz parte da implantação do Jardim BioParque Memorial Mamonas, projeto idealizado em parceria entre familiares e o BioParque. Trinta anos após o acidente aéreo que marcou a história da música brasileira, as famílias decidiram pela cremação dos restos mortais, que serão transformados em um espaço ecológico e permanente de homenagem à banda.

A iniciativa pretende “transformar a memória em permanência”, criando um ambiente que una afeto, respeito e consciência ambiental. O memorial será instalado no próprio Cemitério Primaveras, onde os músicos estavam sepultados.

Perfil da marca Mamonas Assassinas publica nota nas redes sociais
Perfil da marca Mamonas Assassinas publica nota nas redes sociais (foto: Reprodução/Instagram)

A maior parte das cinzas permanecerá nos jazigos, que continuarão abertos à visitação. Uma parte será destinada ao plantio de cinco árvores, uma para cada integrante, formando um jardim atrás dos túmulos. A proposta integra o conceito do BioParque, que utiliza cinzas da cremação associadas a sementes de espécies nativas, com acompanhamento técnico, promovendo um ciclo simbólico de renovação.

Além da homenagem à banda, o espaço será aberto à comunidade. Moradores de Guarulhos poderão plantar árvores em memória de seus entes queridos, ampliando a proposta de acolhimento e ressignificação do luto. "É um espaço para acolher memória, luto, afeto e continuidade.

 

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postado em 25/02/2026 21:46 / atualizado em 25/02/2026 21:46
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