O exame de DNA realizado pela Polícia Científica de Goiás (PCI-GO) confirmou que o corpo encontrado em uma área de mata é o da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos. Ela estava desaparecida desde dezembro do ano passado, em Caldas Novas, no sul do estado.
Segundo a polícia, a identificação foi feita a partir de DNA extraído dos dentes, por meio de análise conduzida pelo Laboratório de Biologia e DNA Forense. O resultado será encaminhado ao Instituto Médico Legal Aristoclides Teixeira (IML), em Goiânia, que deve providenciar a liberação do corpo para a família. As informações foram divulgadas pelo portal g1.
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O corpo da corretora foi localizado já em estado avançado de decomposição, em uma região de mata. Daiane estava desaparecida havia mais de um mês e foi vista pela última vez no elevador do condomínio onde a família tinha apartamentos, circunstância que levantou suspeitas desde o início das investigações.
O síndico do prédio, Cleber Rosa de Oliveira, e o filho dele estão presos desde o dia 28 de janeiro. Na segunda-feira (2/2), o advogado Felipe de Alencar, um dos responsáveis pela defesa de Cleber, informou ao g1 que o síndico confessou o crime, relatando à polícia que utilizou uma arma de fogo para matar a corretora.
Em nota, a Polícia Civil de Goiás afirmou que as investigações sobre a morte da corretora continuam em andamento, com apoio da Polícia Técnico-Científica. A polícia também confirmou que o telefone celular da vítima foi localizado e apreendido, estando sob análise técnica. Ainda de acordo com a nota, há indícios da ocorrência de disparo de arma de fogo relacionado ao crime.
