São Paulo

Criminosos levam HD de escritório de Milton Leite em São Paulo

De acordo com a Polícia Civil, invasores furtaram aparelho e deixaram R$ 19 mil em espécie no local

Ex-vereador é investigado por envolvimento com o PCC  -  (crédito: Afonso Braga/Câmara Municipal de São Paulo)
Ex-vereador é investigado por envolvimento com o PCC - (crédito: Afonso Braga/Câmara Municipal de São Paulo)

Criminosos invadiram o escritório político do ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite (União Brasil), na noite deste domingo (20/9), no bairro de Santo Amaro, na Zona Sul da capital paulista. 

De acordo com a Polícia Civil, o HD com imagens da câmera de segurança do local foi levado durante a invasão. No entanto, uma quantia de R$ 19 mil foi deixada pelos criminosos em cima de um sofá. 

Fique por dentro das notícias que importam para você!

Cartões de crédito e documentos autenticados por Milton Leite também foram encontrados e apreendidos pelos policiais. Até o momento, ninguém foi preso e não se sabe quantos criminosos invadiram o local. O caso foi registrado no 11º Distrito Policial.

Os policiais foram acionados após vizinhos perceberem uma movimentação suspeita no local. De acordo com a polícia,  os invasores utilizaram um carro branco e fugiram em seguida.

O Correio tentou entrar em contato com o advogado de Milton Leite para maiores informações, mas até o momento da publicação desta reportagem, não obteve resposta. 

Envolvimento com o PCC

O ex-vereador Milton Leite está preso temporariamente desde a sexta-feira (18), em Mogi das Cruzes (SP), após se entregar às autoridades. Ele é alvo de um mandado de prisão na Operação Vectura Corrupta e chegou a ficar foragido durante um dia.

A Polícia Civil e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, investigam Milton Leite por suspeitas de envolvimento com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com as investigações, ele seria responsável pela operação de empresas ligadas ao  transporte público que estariam ligadas ao grupo criminoso.

O político também é apontado como possível proprietário oculto da Transwolff, empresa investigada que operava linhas de ônibus na capital paulista. Ele nega as acusações e qualquer envolvimento com a facção.

 

  • Google Discover Icon
postado em 21/09/2026 09:34
x