Correio Braziliense
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Curiosidades

A psicologia diz que quem tinha entre 5 e 12 anos em 2020 não ficou sensível por acaso: essa geração viu escola, rotina e segurança emocional mudarem de uma semana para outra

Por Paulo Custodio
21/06/2026
Em Curiosidades
A psicologia diz que quem tinha entre 5 e 12 anos em 2020 não ficou sensível por acaso: essa geração viu escola, rotina e segurança emocional mudarem de uma semana para outra

A psicologia diz que quem tinha entre 5 e 12 anos em 2020 não ficou sensível por acaso

Crianças de 5 a 12 anos em 2020 não perderam apenas aulas presenciais, perderam previsibilidade em fase decisiva. A segurança emocional foi abalada quando casa, escola, medo e telas passaram a ocupar o mesmo espaço.

Como essa mudança chegou à vida de quem era criança em 2020?

Para muitos adultos, a pandemia foi uma crise de trabalho, renda e saúde. Para crianças, foi também uma mudança brusca no mapa do mundo: sala de aula virou tela, amigos sumiram da rotina e os adultos pareciam preocupados o tempo todo.

Quem tinha entre 5 e 12 anos estava formando noções de autonomia, vínculo e pertencimento. Quando tudo muda rápido, o cérebro infantil não interpreta apenas fatos, interpreta clima emocional.

A psicologia diz que quem tinha entre 5 e 12 anos em 2020 não ficou sensível por acaso: essa geração viu escola, rotina e segurança emocional mudarem de uma semana para outra
A psicologia diz que quem tinha entre 5 e 12 anos em 2020 não ficou sensível por acaso

Por que a segurança emocional virou uma questão central?

A infância precisa de repetição para se sentir segura. Horários, escola, brincadeiras e rostos conhecidos funcionam como uma moldura silenciosa. Quando essa moldura quebra, a criança pode reagir com irritação, medo, apego ou dificuldade de concentração.

Esse processo se relaciona com a desenvolvimento infantil, porque emoções, aprendizagem e convivência não caminham separadas nessa fase.

Os pilares centrais dessa leitura são:

Leia Também

Quem frequentou a escola entre 2000 e 2010 provavelmente se lembra da sensação de terminar a última prova antes das férias, um alívio que a psicologia ajuda a compreender pela combinação entre expectativa, recompensa e encerramento de ciclos

Quem frequentou a escola entre 2000 e 2010 provavelmente se lembra da sensação de terminar a última prova antes das férias, um alívio que a psicologia ajuda a compreender pela combinação entre expectativa, recompensa e encerramento de ciclos

21/10/2026
Interrupções frequentes podem estar ligadas à ansiedade, à pressa ou à confiança excessiva, sem definir sozinhas o caráter de ninguém

A psicologia sugere que interromper constantemente as conversas é característico desse tipo de pessoa

21/10/2026
Antoine de Saint-Exupéry, autor de ‘O Pequeno Príncipe’, sobre as emoções: “A tristeza é uma das vibrações que comprovam que estamos vivos”.

Antoine de Saint-Exupéry, autor de ‘O Pequeno Príncipe’, sobre as emoções: “A tristeza é uma das vibrações que comprovam que estamos vivos”.

21/10/2026
John Stuart Mill, filósofo: “Os dois elementos principais que compõem uma vida satisfatória são a tranquilidade e o estímulo.”

John Stuart Mill, filósofo: “Os dois elementos principais que compõem uma vida satisfatória são a tranquilidade e o estímulo.”

21/10/2026
Quebra de rotina em uma fase que depende de previsibilidade
Isolamento social longe de colegas, professores e brincadeiras
Medo familiar percebido mesmo quando ninguém explicava tudo
Excesso de telas misturando aula, lazer e ansiedade
Perda de rituais como recreio, entrada na escola e encontros familiares

Quais sinais aparecem quando rotina e escola mudam de repente?

Nem toda criança afetada pela pandemia se tornou ansiosa ou frágil. O ponto é outro: algumas respostas emocionais podem ter sido tentativas de adaptação a um ambiente instável demais para a idade.

Alguns sinais comuns desse padrão são:

  • A criança passou a estranhar separações simples, como dormir sozinha ou ficar sem os pais por algumas horas.
  • O retorno à escola trouxe cansaço, irritação ou medo de contato social.
  • Pequenas mudanças de plano começaram a gerar reações maiores do que antes.
  • O uso de telas virou conforto emocional, não apenas entretenimento.
  • A concentração caiu mesmo quando a criança parecia estar descansada.

O que os estudos mostram sobre crianças e pandemia?

A armadilha é chamar de “sensibilidade” algo que pode ser resposta a uma ruptura real. Crianças não tinham controle sobre fechamento de escolas, medo de contaminação, luto familiar, queda de renda ou solidão repentina.

Publicado no periódico JAMA Pediatrics, o estudo Changes in Depression and Anxiety Among Children and Adolescents From Before to During the COVID-19 Pandemic: A Systematic Review and Meta-analysis analisou estudos longitudinais e encontrou aumento de sintomas depressivos e leve aumento de ansiedade durante a pandemia.

A psicologia diz que quem tinha entre 5 e 12 anos em 2020 não ficou sensível por acaso
A psicologia diz que quem tinha entre 5 e 12 anos em 2020 não ficou sensível por acaso

Leia também: O que significa ter pratos antigos de vidro marrom e azul em casa

Como lidar com essa geração sem rotular tudo como fragilidade?

Chamar uma criança de sensível pode esconder a pergunta mais importante: sensível a quê? Muitas reações fazem mais sentido quando são vistas como respostas a insegurança, excesso de alerta e perda de convívio.

Algumas atitudes ajudam sem transformar o assunto em diagnóstico:

Sinal Leitura Ação
Sinal Medo de mudanças simples
Leitura A previsibilidade pode ter virado necessidade de proteção
Ação Antecipe combinados com calma
Sinal Irritação após a escola
Leitura O retorno social pode estar exigindo energia extra
Ação Crie pausa antes de cobrar desempenho
Sinal Apego intenso às telas
Leitura A tela pode ter funcionado como companhia e fuga
Ação Troque parte do tempo por presença real
Sinal Tristeza ou medo persistente
Leitura O sofrimento pode precisar de escuta profissional
Ação Procure apoio de saúde ou escola

O que fica depois de uma infância atravessada por ruptura?

O que ficou não é uma geração condenada à fragilidade. Ficou uma geração que aprendeu cedo que escola, família e segurança podem mudar de repente, mesmo quando os adultos tentam manter tudo sob controle.

Olhar para essa história com cuidado não significa superproteger. Significa reconhecer que a segurança emocional precisa ser reconstruída em rotina, vínculo, escola e escuta, sem reduzir crianças a um rótulo apressado.

Tags: infânciapandemiapsicologiasaúde mental
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
    • Notícias
    • Economia
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Bem-Estar
      • Beleza
    • Automobilismo
    • Turismo
      • Cidades
    • Curiosidades
    • Casa e Decoração
      • Jardinagem
    Sem resultado
    Veja todos os resultados