Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Notícias

Morador usa a piscina do condomínio e sofre um corte profundo no pé devido a um azulejo quebrado no fundo, precisando de pontos e afastamento temporário do trabalho. O condomínio é condenado a cobrir todos os custos médicos, lucros cessantes e danos morais, respondendo civilmente pela negligência e omissão na manutenção segura das áreas de lazer coletivas.

Por Patrick Silva
24/08/2026
Em Notícias
Morador usa a piscina do condomínio e sofre um corte profundo no pé devido a um azulejo quebrado no fundo, precisando de pontos e afastamento temporário do trabalho. O condomínio é condenado a cobrir todos os custos médicos, lucros cessantes e danos morais, respondendo civilmente pela negligência e omissão na manutenção segura das áreas de lazer coletivas.

Azulejo quebrado na piscina pode provocar acidentes e expor falhas na manutenção das áreas comuns do prédio. - imagem ilustrativa

Um domingo de sol terminou em dor quando um morador sofreu um grave acidente em piscina de condomínio devido a um azulejo solto. O corte profundo exigiu pontos no hospital e forçou um doloroso afastamento do trabalho. A história de Carlos é fictícia, mas ilustra o que a legislação brasileira determina quando a falta de manutenção na área de lazer prejudica a integridade física de uma família.

Como aconteceu o acidente na área de lazer?

Para entender o prejuízo de Carlos, é preciso olhar para a rotina de quem paga a cota em dia. Ele desceu com os filhos para aproveitar o domingo, confiando que o espaço estava vistoriado e seguro para uso.

O morador não agiu com imprudência ou desatenção. Ele apenas mergulhou na água de um condomínio fechado, esperando a tranquilidade e a segurança que a taxa de manutenção mensal deveria garantir a todos os condôminos e visitantes.

Morador usa a piscina do condomínio e sofre um corte profundo no pé devido a um azulejo quebrado no fundo, precisando de pontos e afastamento temporário do trabalho. O condomínio é condenado a cobrir todos os custos médicos, lucros cessantes e danos morais, respondendo civilmente pela negligência e omissão na manutenção segura das áreas de lazer coletivas.
Azulejo quebrado na piscina pode provocar acidentes e expor falhas na manutenção das áreas comuns do prédio. – imagem ilustrativa

O que aconteceu após o corte no fundo da piscina?

O momento de lazer virou desespero quando o pé de Carlos pisou num azulejo lascado escondido sob a água. O corte foi tão profundo que exigiu socorro imediato, atendimento médico de urgência e vários pontos cirúrgicos no calcanhar.

O pior não foi a dor física, mas a consequência financeira imediata. A gravidade da lesão rendeu um atestado de 15 dias de repouso, impedindo o trabalhador autônomo de sair de casa e faturar sua renda normal naquele mês.

Morador usa a piscina do condomínio e sofre um corte profundo no pé devido a um azulejo quebrado no fundo, precisando de pontos e afastamento temporário do trabalho. O condomínio é condenado a cobrir todos os custos médicos, lucros cessantes e danos morais, respondendo civilmente pela negligência e omissão na manutenção segura das áreas de lazer coletivas.
Azulejo quebrado na piscina pode provocar acidentes e expor falhas na manutenção das áreas comuns do prédio. – imagem ilustrativa

Mas afinal, o que o Código Civil diz sobre a culpa?

Quando um dano ocorre nas áreas coletivas, a culpa raramente é do destino. A gestão predial tem o dever legal de guarda e conservação de todos os equipamentos, respondendo por qualquer falha estrutural.

Leia Também

Fã adquire ingresso de R$ 850 para festival de música internacional e perde a pulseira de acesso com chip na fila do evento; a organização barra a entrada exigindo a compra de um novo ingresso no local; o Procon é acionado e a Justiça condena a produtora a reembolsar o valor integral, além de R$ 5.000 por danos morais, fundamentando que o ingresso era nominal, rastreável pelo CPF do consumidor e o sistema poderia facilmente invalidar a pulseira perdida.

Fã adquire ingresso de R$ 850 para festival de música internacional e perde a pulseira de acesso com chip na fila do evento; a organização barra a entrada exigindo a compra de um novo ingresso no local; o Procon é acionado e a Justiça condena a produtora a reembolsar o valor integral, além de R$ 5.000 por danos morais, fundamentando que o ingresso era nominal, rastreável pelo CPF do consumidor e o sistema poderia facilmente invalidar a pulseira perdida.

23/08/2026
Proprietário inicia escavação para construir piscina de 8 metros sem laudo de engenharia nem autorização municipal, o terreno cede e abre rachaduras estruturais na casa vizinha; a Defesa Civil interdita o imóvel ao lado e o construtor é obrigado a custear hotel para os atingidos

Proprietário inicia escavação para construir piscina de 8 metros sem laudo de engenharia nem autorização municipal, o terreno cede e abre rachaduras estruturais na casa vizinha; a Defesa Civil interdita o imóvel ao lado e o construtor é obrigado a custear hotel para os atingidos

22/08/2026
Morador de condomínio de luxo instala envidraçamento de sacada escurecido fora do padrão arquitetônico aprovado na assembleia; Justiça julga procedente a ação do condomínio e obriga o proprietário a desfazer a obra de R$ 12.000 em até 30 dias sob pena de demolição compulsória.

Morador de condomínio de luxo instala envidraçamento de sacada escurecido fora do padrão arquitetônico aprovado na assembleia; Justiça julga procedente a ação do condomínio e obriga o proprietário a desfazer a obra de R$ 12.000 em até 30 dias sob pena de demolição compulsória.

22/08/2026
Cliente sofre intoxicação alimentar severa, comprovada por laudo médico, após consumir maionese caseira em hamburgueria artesanal e gasta R$ 850 em medicamentos; estabelecimento é condenado a ressarcir as despesas médicas e pagar R$ 5.000 de danos morais por fato do produto.

Cliente sofre intoxicação alimentar severa, comprovada por laudo médico, após consumir maionese caseira em hamburgueria artesanal e gasta R$ 850 em medicamentos; estabelecimento é condenado a ressarcir as despesas médicas e pagar R$ 5.000 de danos morais por fato do produto.

22/08/2026

A regra exata está no Código Civil (Lei 10.406/2002). Os seus artigos 186 e 927 determinam que aquele que causa prejuízo a outra pessoa, por omissão ou negligência, fica obrigado a reparar o dano financeiramente de forma integral.

Quais são as indenizações cobradas nestes casos?

A Justiça não avalia apenas a nota fiscal do curativo. Quando a omissão na manutenção é comprovada, o prédio responde civilmente por toda a cadeia de prejuízos gerada à vítima.

As reparações financeiras exigidas comumente nos tribunais incluem:

  • Custos médicos: Reembolso de remédios, consultas, insumos para curativos e transporte até o hospital.
  • Lucros cessantes: Pagamento do valor exato que o profissional deixou de ganhar durante o afastamento.
  • Danos morais: Compensação em dinheiro pelo abalo psicológico, susto e restrição física enfrentados.

A lei existe para falir os edifícios residenciais?

Pode parecer pesado cobrar milhares de reais do caixa coletivo por causa de uma única peça cerâmica rachada. Porém, a proteção à integridade física é inegociável quando dezenas de famílias dividem o mesmo espaço de banho diário.

As regras rígidas da Lei 4.591/1964 (Lei de Condomínios) existem porque a falta de zelo coloca vidas em perigo. O objetivo da condenação civil não é quebrar o caixa, mas forçar a administração a isolar e consertar o perigo preventivamente.

Leia também: Consumidor compra ar-condicionado por R$ 2.100 em 10 vezes, paga R$ 450 para um instalador autônomo e, na primeira onda de calor, o aparelho para de gelar; a fabricante alega perda de garantia por instalação feita por técnico não credenciado

O que muda quando comparamos a omissão do condomínio com o caminho legal?

A diferença entre o espaço de lazer de Carlos e um prédio seguro não está no valor da taxa, mas na prevenção. O acidente não foi uma fatalidade incontrolável, mas o resultado direto de uma vistoria técnica ignorada.

A comparação entre a postura que o condomínio adotou e o que a lei pede fica clara na tabela:

EtapaO que o condomínio fezO que a lei exige
Vistoria EstruturalIgnorou o azulejo soltoChecagem técnica rotineira
Isolamento da ÁreaDeixou a piscina abertaInterdição imediata do local
Suporte à VítimaNegou ajuda de custoReparação rápida e total
Gestão de RiscoAssumiu a chance de lesãoPrioridade absoluta na manutenção

O que se aprende com a história de Carlos?

A história de Carlos é fictícia, mas os cortes em áreas molhadas lotam hospitais. O mergulho dele não foi o problema. O erro inaceitável foi a gestão expor os moradores a uma armadilha submersa por pura economia e falha na manutenção predial.

Quem realmente quer garantir seus direitos após um acidente precisa seguir esse roteiro: reúna fotos do defeito e guarde os laudos médicos. Notifique o síndico exigindo reembolso. Se houver recusa, acione a Justiça para cobrar lucros cessantes e danos morais. É desgastante, mas essencial para evitar novas vítimas.

Tags: Acidentecondomíniodanos moraisresponsabilidade civil
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
    • Notícias
    • Economia
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Bem-Estar
      • Beleza
    • Automobilismo
    • Turismo
      • Cidades
    • Curiosidades
    • Casa e Decoração
      • Jardinagem
    Sem resultado
    Veja todos os resultados