Correio Braziliense
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Notícias

Parada de poucos segundos para desembarcar passageiro termina em colisão de R$ 15 mil após motorista ocupar faixa esquerda de via rápida com pisca-alerta

Por Daniely Cardoso
05/09/2026
Em Notícias
pisca-alerta na faixa esquerda

Apressado para deixar um colega próximo a uma estação de metrô, Rogério acreditou que uma parada de poucos segundos não traria riscos ao tráfego

Para desembarcar um passageiro rapidamente, Rogério acionou o pisca-alerta na faixa esquerda de uma via de trânsito rápido. A parada repentina forçou os carros de trás a frearem no limite, causando uma colisão traseira com prejuízo de R$ 15 mil. A história é fictícia, mas ilustra a responsabilidade civil definida pela Justiça para quem imobiliza o veículo em local proibido.

Como começou a parada de Rogério na avenida?

Apressado para deixar um colega próximo a uma estação de metrô, Rogério acreditou que uma parada de poucos segundos não traria riscos ao tráfego. Ele conduzia seu automóvel por uma movimentada via expressa urbana no início da noite.

Em vez de buscar uma baía de desaceleração ou entrar em uma rua secundária, o condutor preferiu frear na pista de maior velocidade. O motorista acionou as luzes de emergência, acreditando que o sinal luminoso garantiria tolerância imediata para a manobra arriscada.

Ele conduzia seu automóvel por uma movimentada via expressa urbana no início da noite.

O que aconteceu no momento em que o pisca-alerta foi acionado?

A desaceleração repentina em uma via de fluxo contínuo gerou reação em cadeia imediata. O carro que vinha logo atrás precisou acionar os freios de emergência com força máxima para não atingir a traseira do veículo de Rogério, parando a centímetros do para-choque.

Um terceiro automóvel, que trafegava na velocidade regulamentar da pista, não conseguiu frear a tempo e atingiu em cheio o segundo carro. A batida provocou um estrago de R$ 15 mil, enquanto o responsável pela imobilização inicial tentou afastar sua culpa por não ter encostado na colisão.

O que o Código de Trânsito estabelece sobre o pisca-alerta?

A crença de que as luzes piscando criam imunidade para paradas irregulares é contrária à legislação de tráfego. O artigo 40 do Código de Trânsito Brasileiro determina que o pisca-alerta deve ser usado exclusivamente em imobilizações de emergência ou quando a sinalização expressamente indicar.

Leia Também

Caminhão carregado passa por buraco em estrada rural, quebra eixo e carga fica parada por quase um dia.

Caminhão carregado passa por buraco em estrada rural, quebra eixo e carga fica parada por quase um dia.

20/10/2026
Motorista leva carro para troca de óleo de R$ 450 e recebe orçamento de R$ 5 mil depois que oficina desmonta outras peças sem autorização

Motorista leva carro para troca de óleo de R$ 450 e recebe orçamento de R$ 5 mil depois que oficina desmonta outras peças sem autorização

20/10/2026
Motorista passa em buraco coberto pela chuva, estoura dois pneus e entorta uma roda; orçamento do conserto chega a R$ 4,7 mil

Motorista passa em buraco coberto pela chuva, estoura dois pneus e entorta uma roda; orçamento do conserto chega a R$ 4,7 mil

18/10/2026
Quem empresta o carro e não indica o condutor em 30 dias responde pelas multas e pelos pontos na própria CNH

Homem empresta a caminhonete ao cunhado para uma mudança de fim de semana e, dois meses depois, recebe R$ 4.300 em multas e um processo de suspensão da habilitação em seu nome

18/10/2026

O desembarque de passageiros na pista de rolamento não configura situação emergencial mecânica. A utilização indevida do dispositivo luminoso para ocultar uma infração não isenta o condutor, caracterizando infração de trânsito grave por colocar em perigo a segurança viária coletiva.

A crença de que as luzes piscando criam imunidade para paradas irregulares é contrária à legislação de tráfego.

O condutor responde pelos danos sem ter encostado nos outros carros?

A ausência de contato físico entre a lataria do infrator e os veículos sinistrados não afasta a obrigação de reparar. O artigo 927 do Código Civil estabelece que aquele que comete ato ilícito e causa prejuízo a terceiros fica obrigado a indenizar integralmente os danos.

As regras de responsabilidade existem porque freadas bruscas provocadas por atos imprudentes criam riscos injustificáveis. A jurisprudência consolidada no Superior Tribunal de Justiça confirma que a manobra irregular rompe a causalidade tradicional, atribuindo a culpa exclusiva a quem gerou o perigo com a parada proibida.

Quais são as exigências legais para imobilizar um veículo na via?

A parada na faixa esquerda de vias rápidas viola normas básicas de circulação e conduta. O ordenamento jurídico exige que qualquer parada temporária seja realizada no acostamento ou junto à guia da calçada, sempre pelo lado direito da pista e fora do fluxo principal.

As regras obrigatórias que todo condutor precisa cumprir ao necessitar interromper a marcha são as seguintes:

01
Acostamento obrigatório: parada restrita a áreas laterais sinalizadas sem interferir no tráfego.
02
Pane comprovada: uso do pisca-alerta associado ao triângulo posicionado a trinta metros.
03
Faixa da direita: embarque e desembarque realizados unicamente em locais permitidos junto ao meio-fio.
04
Fluidez do tráfego: proibição absoluta de interromper pistas destinadas a ultrapassagens e velocidade regular.

O que muda quando comparamos a atitude de Rogério com o caminho legal?

A diferença entre a conduta de Rogério e um desembarque regularizado não está na pressa de transportar um amigo, mas no processo. Facilitar o trajeto de um passageiro é legítimo, desde que respeitadas as normas de segurança e a circulação pública.

A comparação entre o caminho que Rogério seguiu e o que a lei pede fica clara na tabela:

EtapaO que Rogério fezO que a lei exige
Local de parada Escolha do pontoParou na faixa esquerda da pistaExige parada junto à guia direita
Uso do pisca-alerta Sinalização luminosaLigou as luzes para desembarqueLimita o uso a emergências reais
Segurança do fluxo Preservação do tráfegoObrigou motoristas a frearem bruscamenteDetermina manutenção da fluidez e distância
Desfecho civil Reparação do prejuízoRecusou ressarcir os carros danificadosImpõe pagamento integral dos danos causados

O que se aprende com a história de Rogério?

A história de Rogério é fictícia, mas a pressa que ela retrata ocorre todos os dias nas grandes cidades brasileiras. O desejo dele em colaborar com o amigo não era o problema. O erro foi usar a sinalização indevidamente e ignorar os deveres de cuidado no trânsito.

Quem realmente precisa desembarcar passageiros com segurança precisa seguir esse roteiro: planejar o trajeto, acessar a faixa da direita, parar em vaga regular e respeitar a circulação contínua. É mais lento do que parar na via rápida, mas separa o tráfego seguro de uma grave condenação judicial.

Tags: Acidentepisca-alertatrânsito
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
    • Notícias
    • Economia
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Bem-Estar
      • Beleza
    • Automobilismo
    • Turismo
      • Cidades
    • Curiosidades
    • Casa e Decoração
      • Jardinagem
    Sem resultado
    Veja todos os resultados